sexta-feira, 1 de maio de 2009

OMS confirma 331 casos de gripe e dez mortes no mundo

Entre os mortos, nove são do México e um dos EUA.
Autoridades mexicanas, porém, falam em 12 mortes no país.

Da Reuters

A Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmou nesta sexta-feira (1) que o número de casos oficialmente confirmados de casos do novo tipo de gripe chegou a 331 em 11 países, incluindo 10 mortes. Até quinta-feira, o número apontava 236 casos e 8 mortes.

Os números da doença que a OMS passou a chamar de influenza A (H1N1), conhecida como "gripe suína", incluem 109 casos confirmados com uma morte nos Estados Unidos e 156 casos e 9 mortes confirmados no México, informou a entidade em um comunicado no seu site na Internet.

Veja o especial sobre a doença

Foto: Daniel Aguilar/Reuters
Seguranças do presidente mexicano fazem guarda protegidos por máscaras na Cidade do México (Foto: Daniel Aguilar/Reuters)

Outros países com casos da doença confirmados por testes laboratoriais são Áustria (1), Canadá (34), Alemanha (3), Israel (2), Holanda (1), Nova Zelândia (3), Espanha (13), Suíça (1) e Grã-Bretanha (8).

Outras estimativas da infecção pelo vírus são mais altas. O México, por exemplo, informou que 176 pessoas teriam morrido, e as autoridades confirmaram 12 mortes.


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Lareira ecológica usa etanol como combustível

Fotos 29.04.2009 19:30
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postado por Amanda Lopes
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Para quem mora nas grandes cidades, as lareiras já não são mais tão presentes, mas, no interior, ainda dá pra ver bastante. Como estamos em tempo de coisas com o prefixo “eco”, foi criada a lareira ecológica, ou a “ecolareira”. A informação foi veiculada pelo CrunchGear.

A lareira ecológica usa etanol como combustível e não madeira ou gás. O consumo médio é de meio litro por hora e a ideia surgiu a partir de alguns designers como o John Dimopoulos, que criou a Zeta (na foto).

A eficiência térmica prevista para a lareira é de cerca de 90%. Além disso, você liga e desliga quando quiser e controla a intensidade da chama.

Não que o uso do etanol seja a grande solução para os problemas de energia do mundo, mas já estamos economizando as árvores e interferindo menos nas complexas questões do gás. Veja informações da Zeta aqui.

O que eu não consigo imaginar é como fica "agradável" o cheiro do ambiente com uma lareira dessas queimando.

Fonte:site Msn

STF derruba Lei de Imprensa por sete votos

"A liberdade de imprensa não se compraz com uma lei feita com a preocupação de restringi-la, de criar dificuldades ao exercício dessa instituição política", afirmou o ministro Carlos Alberto Menezes Direito.

O Supremo Tribunal Federal (STF) derrubou hoje a Lei de Imprensa, uma das últimas legislações do tempo da ditadura que continuavam em vigor. Num julgamento histórico, sete dos 11 ministros da Corte decidiram tornar sem efeitos a totalidade da lei ao concluírem que ela, editada em 1967, era incompatível com a democracia e com a atual Constituição Federal. Eles consideraram que a Lei de Imprensa era inconstitucional.

Após a decisão, os juízes terão de se basear na Constituição e nos códigos Penal e Civil para decidir ações criminais e de indenização contra jornalistas. A Lei de Imprensa previa penas de detenção mais rigorosas para os jornalistas que cometiam os crimes de calúnia, injúria e difamação do que o Código Penal. O principal debate ocorreu por causa do direito de resposta. Para a maioria dos ministros, a prerrogativa está prevista na Constituição. Eles também observaram que há um projeto em tramitação no Congresso para regulamentar esse direito.

O presidente do STF, Gilmar Mendes, queria manter em vigor artigos da Lei de Imprensa que estabelece as regras para o requerimento e a concessão de direito de resposta. Para tentar convencer os seus colegas, ele chegou a citar o caso da Escola Base. Em 1994, vários veículos de comunicação divulgaram reportagens sobre suposto abuso sexual cometido contra crianças que estudavam na escola. No entanto, nada ficou comprovado. "Os veículos da mídia produziram manchetes sensacionalistas", lembrou Mendes.

Mas a maioria dos ministros entendeu que a lei deveria ser derrubada integralmente. "A liberdade de imprensa não se compraz com uma lei feita com a preocupação de restringi-la, de criar dificuldades ao exercício dessa instituição política", afirmou o ministro Carlos Alberto Menezes Direito.