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sábado, 31 de outubro de 2009

Prefeito Edivaldo defende a integração das políticas de desenvolvimento

“Hoje nosso município é um verdadeiro canteiro de obras, com 90 construções em andamento (educação, infraestrutura, saúde e ação social) e que 50 delas deverão ser entregues nos próximos 80 dias”. (Edivaldo - prefeito de Amontada)

A construção de uma política municipal de desenvolvimento urbano com participação social é o caminho para discutir uma organização moderna em Amontada. Esta é a visão do prefeito de daquele município Edivaldo de Jesus, na abertura da 4ª Conferência Municipal das Cidades realizada nesta sexta feira (30/10/2009) no auditório do Centro Cultural.

O evento foi prestigiado pela primeira dama Jane Leila e o vice-prefeito Tomezinho, além dos secretários municipais Luis Carlos (chefe de gabinete), Idalto (Infraestrutura), Isnaldo (Educação e Desporto), Aleuda (Saúde), Juvenal (Finanças), Aragão (Agricultura) Adriano (Trabalho e da Ação Social), Eugênio (Cultura, Turismo e Meio Ambiente), Lino Júnior (FMSS), Patrícia (Adm. e Tributos), vereadores, associações comunitárias do município, jornalistas, radialistas e a população local.

O chefe do executivo amontadense falou sobre o desenvolvimento atual de seu município dizendo que “hoje nosso município é um verdadeiro canteiro de obras, com 90 construções em andamento (educação, infraestrutura, saúde e ação social) e que 50 delas deverão ser entregues nos próximos 80 dias”.

Reforçando, Edivaldo defende a integração das políticas de desenvolvimento urbano regionais e municipais com a nacional. “Não podemos tratar a política urbana isoladamente”, completa. É importante pensar em estradas, saneamento e habitação, em novas tecnologias educacionais e Escola Técnica. Ele admite que a construção de uma política nacional vai mexer com o Plano Diretor dos Municípios brasileiros, e, graças a Deus o nosso foi elaborado pensando no futuro. É fundamental ainda, acrescenta o prefeito, “a boa aplicação dos recursos públicos junto com a sociedade, não podemos viver das migalhas do Fundo de Participação do Município, precisamos alavancar a indústria e o turismo em nossa região, o comércio precisa ter um crescimento maior, somente desta forma a geração de emprego e renda nos dará uma Amontada mais desenvolvida e dentro dos patrões que merecemos”. Enfatizou Edivaldo.

O consultor técnico Kelson Melo, fez algumas sugestões técnicas importantíssimas que deverão ser debatidas, sendo aprovadas poderão ser introduzidas no leque das políticas públicas de desenvolvimento urbano de Amontada. Kelson destacou ainda, que é preciso que as autoridades e a população façam esforços para desenvolver um projeto de modernização para o município.

domingo, 27 de setembro de 2009

Em Fortaleza PSDB realiza solenidade e filia novos simpatizantes

O chefe do executivo itapipoquense ressaltou a força política do PSDB dizendo que “no Ceará seu partido conta com 19 deputados, 54 prefeitos e 345 vereadores, por isso precisa ser respeitado, lembrou também que os tempos áureos do Ceará foram justamente quando o PSDB esteve no comando”.

Em reunião no Hotel Praia Centro em Fortaleza na tarde desta sexta (25/09) a cúpula nacional e estadual do PSDB realizou um ato solene para recepcionar novos filiados e contou com a presença do senador Tasso Jereissati, Carlos Matos (presidente do PSDB Ceará), Raimundo Gomes de Matos (deputado Federal), deputados estaduais Téo Menezes, Rogério Aguiar e João Jaime, além do secretário da Justiça do Estado Marcos Cals. O ex-governador Tasso Jereissati reafirmou que seu partido é o maior do Estado do Ceará e ao contrário dos que andam falando trouxe para o ninho dos tucanos mais 324 nomes de peso da capital e do interior do estado.

Sobre a sucessão presidencial, o Senador deixou claro que entre Serra e Ciro seu candidato é o governador do Estado de São Paulo.

Em relação às desavenças entre Serra e Ciro o ex-governador do Ceará disse “que isto é entre eles e que no futuro os dois poderão está novamente juntos”.

Tasso elogiou a senadora Marina Silva (PV-AC) e expôs que Ela e seu partido serão bem - vindos para uma possível aliança com o PSDB para as eleições de 2010.

O prefeito de Itapipoca João Barroso também levou uma caravana composta pelos secretários Antônio Alexandre e André Oliveira, além dos professores Cildo e Zé Marques, Mazinha (ex-vereadora), Ivo Júnior e Valricéli (radialista) e o engenheiro Paulo Tomé.

Em entrevista ao Jornal A Notícia, o chefe do executivo itapipoquense ressaltou a força política do PSDB dizendo que “no Ceará seu partido conta com 19 deputados, 54 prefeitos e 345 vereadores, por isso precisa ser respeitado, lembrou também que os tempos áureos do Ceará foram justamente quando o PSDB esteve no comando”.

“Hoje estamos reunidos para receber estes novos filiados que a partir de agora estão se comprometendo a trabalhar por uma população que precisa a cada instante ser assistida. É um momento impar, onde prevaleceu à amizade e o respeito entre os participantes”. Enfatizou João Barroso.

Texto:Eldem Martins

Fotos: Zé Marques

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Câmara aprova MP que autoriza repasses de R$ 1 bilhão para municípios

O texto aprovado foi apresentado pelo relator da MP, deputado Sandro Mabel (PR-GO), que acolheu diversas emendas apresentadas à MP

A Câmara dos Deputados aprovou, há pouco, o texto principal da Medida Provisória 462, que garante o repasse de R$ 1 bilhão ao Fundo de Participação dos Municípios (FPM) para compensar as perdas dos municípios decorrentes da crise econômica financeira mundial. O texto aprovado foi apresentado pelo relator da MP, deputado Sandro Mabel (PR-GO), que acolheu diversas emendas apresentadas à MP.

Neste momento, os deputados estão votando os destaques que visam a alterar o texto principal já aprovado. Essa MP é a última, na interpretação do presidente da Câmara, deputado Michel Temer (PMDB-SP), que poderia receber emendas sobre matérias diferentes das incluídas no texto principal.

Entre os pontos polêmicos constantes do parecer está a dispensa de estudos de impacto ambiental para a realização de obras nas faixas de domínio de rodovias federais, que são de 100 metros em torno delas.

Em outro ponto do texto aprovado hoje, o relator estabelece que os municípios que se tornaram inadimplentes porque não prestaram contas de convênios com a União até 31 de dezembro de 2008 poderão parcelamento das dívidas relativas a esses convênios em até 120 meses.

Essa MP vem trancando a pauta de votações da Câmara desde o semestre passado, devido à dificuldade em fechar um acordo para sua aprovação. No entanto, antes de ser iniciada a Ordem do Dia, o presidente da Câmara, deputado Michel Temer (PMDB-SP), informou que havia sido fechado um acordo para votar hoje a MP e os destaques para que a matéria serja encaminhada à deliberação do Senado.

sábado, 16 de maio de 2009

Lula diz que nova viagem está entre as mais importantes

"Nós temos que, cada vez mais, trabalhar contra o protecionismo e, cada vez mais, permitir que o comércio seja cada vez mais livre, para que a gente possa vender e comprar mais sem que haja a intromissão do Estado em dificultar o livre comércio no mundo", disse.


Em terceiro lugar, a expectativa da visita à Turquia, segundo Lula, é de que seja aberta uma parceria com aquele país "mais forte do que a que nós temos hoje, que é muito mais diplomática do que uma coisa forte, comercial". "Portanto, eu saio para essa viagem com a certeza de que o Brasil voltará com mais três amigos, com mais três países que estarão dispostos a estabelecer parcerias estratégicas com o Brasil", disse o presidente, segundo íntegra da entrevista divulgada pela assessoria de imprensa da presidência.
Lula destacou que o Brasil tem defendido, em todos os fóruns multilaterais, que "contra essa crise nós temos que fazer mais investimentos públicos e privados". "Nós temos que, cada vez mais, trabalhar contra o protecionismo e, cada vez mais, permitir que o comércio seja cada vez mais livre, para que a gente possa vender e comprar mais sem que haja a intromissão do Estado em dificultar o livre comércio no mundo", disse.
O presidente disse que tem muitos acordos para assinar na viagem e eles não se restringem apenas a questões comerciais. "Obviamente que nós queremos fazer uma parceria mais forte ainda com a China. Nós queremos convocar os chineses a fazerem investimentos nas coisas de infraestrutura que nós estamos fazendo no Brasil. E são muitas coisas, sobretudo onde eles têm muito interesse, que é na área do petróleo. Nós vamos tentar convencê-los a fazer uma parceria com o Brasil. Afinal de contas, nós só furamos um buraquinho do pré-sal ainda. Faltam muitos buraquinhos para a gente abrir, e os chineses serão parceiros importantes", disse o presidente, na base aérea de Brasília.

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Governo vai editar MP para repor até R$ 1 bilhão de perdas dos municípios

Prefeituras reclamam de queda na arrecadação devido à crise financeira
Objetivo do governo é igualar em 2009 os repasses feitos no ano passado.

Jeferson Ribeiro Do G1, em Brasília


O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, chega para reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, nesta segunda-feira (13) (Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil)

O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, afirmou nesta segunda-feira (13) que o governo vai editar uma medida provisória para atenuar os problemas com a redução da arrecadação dos municípios. A estimativa é que o Tesouro Nacional vai repor até R$ 1 bilhão das perdas dos municípios

Segundo o ministro, a MP vai regulamentar uma compensação financeira para todas as prefeituras, determinando que a União repassará para elas o mesmo valor do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) de 2008 neste ano, apesar da queda da arrecadação federal. Com isso, os prefeitos manteriam as receitas do ano passado, que foi o “melhor ano de repasses do FPM da história”, segundo o ministro das Relações Institucionais, José Múcio.

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No ano passado, a União repassou para os municípios por meio do FPM R$ 51,3 bilhões, R$ 11,2 bilhões a mais que em 2007 e R$ 16,8 bilhões a mais que em 2006.

“O FPM teve nos últimos anos um crescimento muito grande. No ano passado, por exemplo, [o FPM] cresceu mais de 20% comparado com 2007, atingindo R$ 51,3 bilhões. Nesse ano tivemos perdas, mas avaliamos que as perdas estarão muito fortemente localizadas no começo do ano. Basicamente até abril”, analisou Paulo Bernardo.

Segundo o ministro, os municípios terão de ser recompensados em, no máximo, R$ 1 bilhão. “Vamos também mandar ao Congresso um projeto de crédito orçamentário de R$ 1 bilhão, que achamos totalmente suficiente, e assim que ele for aprovado, em cinco dias faremos o depósito para os municípios. Na sequência, a cada mês e até o dia 15 de cada mês faremos complementação necessária”, declarou.

Pelos cálculos do governo federal, entre janeiro e abril os municípios perderam cerca de R$ 600 milhões com o repasse menor do FPM. “Na verdade, a perda dos três primeiros meses, mais abril, que talvez dê alguma perda também, deve ser um pouco mais da metade desse R$ 1 bilhão. Nós estamos colocando esse valor como precaução. Nós achamos que não vamos gastar todo esse dinheiro”, explicou Paulo Bernardo.

Ele explicou também que os municípios não terão que devolver recursos para o Tesouro Nacional caso no final do ano a arrecadação com o FPM seja superior a de 2008, ano tomado como base para reposição das possíveis perdas ao longo de 2009.

Valor 'irrisório'


O presidente da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), Paulo Ziulkoski, disse que está “preocupado com a reação dos prefeitos”. Segundo ele, o governo não levou em conta a reivindicação dos prefeitos que queriam que a reposição das perdas fossem corrigidas pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo).

“Estou preocupado com a reação dos municípios, porque eles falaram em várias medidas e agora estão anunciando um valor irrisório. Nós queríamos que esse valor fosse reajustado pelo IPCA. Talvez a arrecadação prevista seja até maior do que eles estão garantindo”, disse.

Outra reclamação da entidade é que os membros do Conselho Político não pressionaram o governo pela revisão e auditoria da dívida dos municípios com o INSS. O governo decidiu que esse tema será debatido pelos congressistas no âmbito da medida provisória enviada no mês passado e que regulamenta o financiamento dos débitos das prefeituras com o INSS em até 240 meses. “Estamos preocupados com a questão do INSS”, afirmou Ziulkoski.


Em fevereiro, o governo concordou em rolar por até 20 anos as dívidas dos municípios com o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). O valor total da dívida chega a R$ 14 bilhões.

Um acordo semelhante foi fechado com cerca de 300 prefeituras em 2005, quando o governo também quis facilitar o acesso dos gestores municipais a seus programas.Segundo o ministro José Múcio (Relações Institucionais), mesmo essas prefeituras poderão recorrer ao novo financiamento para parcelar novas dívidas contraídas com o INSS desde 2005.

A renegociação permite aos municípios obter certidão negativa de débito. Sem o documento, os municípios ficam impedidos de conseguir recursos federais.

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quinta-feira, 26 de março de 2009

Lula e Brown anunciam fundo de US$ 100 bilhões para financiar o comércio

Presidente e primeiro-ministro britânico se reuniram nesta quinta-feira.
'Essa crise foi feita por gente branca, de olhos azuis', disse Lula.

Jeferson Ribeiro Do G1, em Brasília


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, anunciaram nesta quinta-feira (26), após reunião no Palácio do Alvorada, em Brasília, a proposta de criação de um fundo de, no mínimo, US$ 100 bilhões para financiar o comércio internacional. Os dois devem levar essa proposta para discussão na cúpula do G20, em Londres, no próximo dia 2.

“Centenas de empresas estão impedidas de fazer comércio por falta de crédito. A comunidade internacional não pode permitir isso. Por isso, estamos propondo a criação de um fundo de pelo menos U$ 100 bilhões para ajudar o mundo nesse campo do comércio internacional. Isso é absolutamente necessário para passarmos pela crise. US$ 100 bilhões é o mínimo”, detalhou Brown em sua exposição inicial após encontro com Lula.

O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, disse que essa proposta já vem sendo debatida pelos países que se reunirão em Londres para a Cúpula do G20, mas que essa era a primeira vez que os detalhes da proposta vieram à tona. “O Brasil vai contribuir da forma que for possível. O ministro Mantega [Fazenda] está estudando uma forma de contribuir sem que isso afete nossas finanças e nossas reservas”, disse rapidamente o ministro.

Durante a entrevista coletiva os dois se mostraram bastante alinhados nas propostas que apresentaram em Londres e concordaram sobre a necessidade urgente de uma nova arquitetura global para o sistema financeiro.

Lula voltou a dizer que a crise foi criada pelos mercados dos países ricos e que ela não podia penalizar os mais pobres. “Não podemos permitir que os pobres paguem por uma crise feita por ricos, sobretudo porque ela não foi gerada por nenhum negro, índio ou pobre. Essa crise foi feita por gente branca, de olhos azuis que antes da crise sabiam tudo e, agora, não sabem de nada”, salientou Lula.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, se encontram em Brasília, nesta quinta-feira (26). Brown visita São Paulo nesta tarde, onde conhecerá o Museu do Futebol. (Foto: Ricardo Stuckert/Presidência)

O primeiro-ministro britânico foi enfático ao exigir uma nova regulamentação dos bancos, do sistema financeiro e das organizações multilaterais de financiamento.

“O antigo consenso de Washington morreu e não podemos voltar ao modelo de sistemas bancários do passado. Temos que mudar nossa lógica financeira para que as pessoas e as empresas se sintam seguras a usar os bancos. O novo consenso que estamos construindo tem que garantir isso. Esse consenso deve incluir apoio ao comércio”, argumentou.

Lula comparou o sistema financeiro às câmeras de vigilância em shoppings e praças. Ele disse que é inaceitável que todas as pessoas sejam monitoradas quando “vão fazer um passeio” e o mercado financeiro faz “de tudo sem regulamentação e fiscalização”.

Os dois líderes também falaram duramente contra os paraísos fiscais e as medidas protecionistas adotadas por alguns países. “Nós concordamos que a Organização Mundial do Comércio [OMC] deve dar nomes aos bois e dizer quem está praticando protecionismo”, disse o primeiro-ministro.

“Eu sei que teremos um duro enfrentamento no G20 [contra os paraísos fiscais]. Se fosse só as Ilhas Cayman não teria problema, mas tem países importantes como a Suíça que nunca foi chamada de paraíso fiscal, mas tem muita semelhança”, argumentou Lula.

O presidente voltou a dizer que a reunião de Londres será histórica e é hora dos políticos e os líderes mundiais agirem para salvar o mundo da crise e criar novas bases para o desenvolvimento. Lula disse que espera que haja debate entre os governantes e que o encontro “não sirva apenas para que se marque uma nova reunião”.

“Eu espero que a reunião do G20 tenha um pouco de debate. Sempre somos gentis uns com os outros, nos tratamos bem, mas nessa reunião tem que ter um pouco mais de calor, temos que discutir”, disse.

Futebol

Brown e Lula também acertaram que as áreas de esporte dos dois países trocaram informações mais constantes para tomar decisões que ajudem na realização de grandes eventos esportivos como as Olimpíadas de Londres, em 2012, e a Copa do Mundo no Brasil, em 2014.

O primeiro-ministro revelou que a Associação de Futebol Inglesa e a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) também manterão diálogo para troca de experiências sobre o esporte e devem criar uma escola de árbitros no Brasil.

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terça-feira, 17 de março de 2009

Sarney decide que diretores do Senado devem entregar cargos

Numa tentativa de reverter o noticiário sobre irregularidades no Senado, o presidente da Casa, José Sarney promete anunciar nesta quarta-feira medidas “supreendentes” para moralizar o funcionamento do Senado. O primeiro passo, foi a decisão de pedir que todos os diretores da Casa coloquem seus cargos à disposição, como forma de abrir caminho para as medidas a serem anunciadas. São no total 131 diretores, de secretarias e subsecretarias.
A decisão de pedir que os diretores do Senado coloquem os cargos à disposição foi tomada pelo presidente José Sarney em reunião com o primeiro-secretário do Senado, senador Heráclito Fortes. Desde a posse da nova Mesa Diretora do Senado, dois diretores já deixaram os cargos: Agaciel Maia, diretor-geral, que foi acusado de não declarar a posse de uma casa no Lago Sul avaliada em R$ 5 milhões(que ele diz valer R$ 2,5 millhões) e João Carlos Zogbi, de Recursos Humanos, que cedeu um apartamento funcional para um filho morar.
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Em nota, diretor do Senado confirma que não morava mais em imóvel funcional
Após devolver apartamento funcional, diretor do Senado deixa função
Diretor-geral do Senado nega ter ocultado compra de mansão em Brasília
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Em conversas com senadores e assessores, Sarney tem dito que vai surpreender com as medidas moralizadoras que pretende anunciar amanhã. Ele tem repetido que seu propósito é fazer deste mandato à frente do Senado “o coroamento” de sua carreira política, pois, além de moralizar, pretende implementar medidas modernizadoras necessárias ao Parlamento.
Este post foi publicado em Todas, terça-feira, (17/03/2009), às 17h09. Deixe seu comentário ou envie o trackback do seu site no formulário abaixo. Você pode acompanhar as atualizações deste post através do feed RSS do blog.

Morre o deputado Clodovil Hernandes

Após morte cerebral, deputado teve parada cardíaca.Será possível doar somente as córneas, após avaliação médica.
Eduardo Bresciani Do G1, em Brasília
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O deputado Clodovil Hernandes (PR-SP) teve uma parada cardíaca e morreu às 18h50 desta terça-feira (17). Clodovil teve morte cerebral detectada à tarde e estava sendo mantido vivo por equipamentos e medicamento para os procedimentos de doação de órgãos.
Segundo a equipe médica, com a parada cardíaca, somente as córneas poderão ser doadas, após avaliação.

A autorização para a retirada dos órgãos havia sido dada por assessores do deputado e pelo Ministério Público, uma vez que ele não tem parentes próximos com os quais mantinha contato. A assessora de imprensa do deputado, Berta Pellegrino, disse que Clodovil havia manifestado várias vezes a intenção de doar seus órgãos quando morresse.

Revista Época: "Afronte o mundo, não sua consciência", escreveria Clodovil na lápide

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Atendimento rápido após AVC é crucial para não agravar quadro de paciente
Clodovil será enterrado ao lado da mãe, diz partido
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Políticos falam ao G1 sobre a morte do deputado Clodovil Hernandes
Clodovil Hernandes foi pioneiro na alta-costura brasileira
Ex-coronel da PM, suplente de Clodovil se define como 'linha-dura'
Velório de Clodovil será apenas em São Paulo, diz líder do partido
Velório
O líder do PR, deputado Sandro Mabel (GO), disse nesta terça que o velório de Clodovil será realizado apenas em São Paulo. A ideia inicial da assessoria do deputado era que o corpo fosse velado também em Brasília, no Salão Negro do Congresso.

Mabel se reuniu com assessores de Clodovil no começo desta noite. Segundo ele, o corpo segue para São Paulo às 8h da manhã da quarta (18) em um avião da Aeronáutica solicitado pela Câmara. O velório está programado para começar às 10h30 na Assembléia Legislativa e o enterro será às 17h, no cemitério do Morumbi (Zona Sul).
Morte cerebral
A morte cerebral foi constatada pelos médicos às 15h45. O boletim médico divulgado logo cedo já dizia que o quadro clínico do deputado permanecia de "extrema gravidade". O parlamentar sofreu um acidente vascular cerebral (AVC) e foi encontrado caído ao lado da cama na segunda-feira (16).
Durante a manhã desta terça-feira, Clodovil passou por exames que ajudaram a detectar a morte cerebral. O primeiro exame feito deu resultado “inconclusivo”, segundo assessores do deputado. A assessoria do deputado informou então que novos médicos iriam avaliar o estado clínico do parlamentar e um novo boletim seria divulgado às 16h pelo hospital.
Biografia
Nascido em 17 de junho de 1937, em Elisário, cidade a 402 km de São Paulo, Clodovil foi adotado por um casal de origem espanhola, Domingos Hernandes e Izabel Sanches Hernandes. Não conheceu seus pais verdadeiros e estudou em colégio interno. Homossexual assumido, não casou e nem teve filhos.
Estilista de alta costura, ator, cantor, apresentador de TV e professor primário, Clodovil iniciou a carreira política quando se filiou ao PTC, em 2005. Em 2006, foi eleito deputado federal com 493.951 votos, terceira maior votação do estado de São Paulo. Seu mandato iria até 2011.Antes de ingressar na política, Clodovil foi professor primário, fez teatro, construiu longa carreira na televisão e foi estilista de sucesso.
Um de seus primeiros trabalhos na televisão foi no início da década de 80, quando apresentou o "TV Mulher", da TV Globo, voltado para o público feminino. Na época, dava dicas de moda e desenhava modelos ao vivo. Ele dividiu o cenário com a jornalista Marília Gabriela e com a sexóloga Marta Suplicy, que também ainda não tinha entrado para a política.

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sábado, 14 de março de 2009

Ao lado de Obama, Lula diz que 'decisões políticas' podem resolver crise

Líder disse que decisão terá que ser rápida para evitar mais desemprego.
'Eu é que não queria estar no lugar dele', disse Lula, referindo-se a Obama.

Presidentes tiveram seu primeiro encontro pessoal neste neste sábado. (Foto: France Presse)

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou neste sábado (14), ao lado do líder americano Barack Obama, que decisões políticas tomadas no próximo encontro do G20 (grupo que reúne as maiores economias e os principais países emergentes) podem resolver a crise financeira mundial.

"O presidente Obama e eu estamos convencidos que a crise econômica pode ser resolvida por decisões políticas no encontro do G20", afirmou Lula, falando a jornalistas ao lado de Obama, após reunião na Casa Branca.

O presidente brasileiro alertou, no entanto, que tais decisões - não especificadas - precisam ser tomadas rapidamente: "a decisão precisa ser mais rápida, porque o número de desempregados está aumentando no mundo". O G20 se reunirá no início de abril em Londres, na Inglaterra, e espera-se que durante a reunião possam ser tomadas medidas comuns para enfrentar a crise financeira.

Falando sobre a gravidade da crise que atinge os EUA, Lula fez uma brincadeira e disse que "eu é que não queria estar no lugar dele", referindo-se ao cargo do presidente americano, arrancando risadas de Obama. Mantendo o bom-humor, o americano respondeu que o brasileiro "parece minha esposa Michelle falando".

Foto: France Presse

Lula cumprimenta o presidente Obama após encontro na Casa Branca neste sábado. (Foto: France Presse)

Muito a aprender

Na área de biocombustíveis, Obama disse que seu país "tem muito a aprender com o Brasil" no campo das energias renováveis, e afirmou que pretende usar seu vínculo com esse país para "fortalecer" a relação com a América Latina.

O líder americano prometeu "redobrar" os esforços de seu país em prol das energias limpas.

Encontro pioneiro

A reunião entre Lula e Obama, realizada na Casa Branca, em Washington, a sede do governo dos EUA, foi o primeiro encontro entre os presidentes dos dois países e o terceiro encontro com um chefe de Estado feito por Obama desde sua posse, no dia 20 de janeiro.


Lula e Obama: líder americano disse que os EUA têm 'muito o que aprender' com o Brasil nos biocombustíveis. (Foto: France Presse)

Após o encontro com Obama, o presidente brasileiro segue agora para almoçar na residência do embaixador brasileiro na capital americana. No final da tarde, Lula vai embarcar para Nova York, onde permanece no domingo sem agenda oficial.

Agenda presidencial

Na segunda-feira, ainda em Nova York, o presidente vai se encontrar com investidores e empresários estrangeiros em um seminário econômico sobre o Brasil promovido pelos jornais "Valor" e "Wall Street Journal".

São aguardados 250 participantes, inclusive ministros de Estado, que irão debater a maneira como o Brasil atravessa a atual crise mundial e também os mecanismos que criou para manter os investimentos básicos em infraestrutura, produção e setor social.

Lula e Obama devem voltar a se encontrar no mínimo duas vezes nas próximas semanas: em Londres, por ocasião da reunião de cúpula do G20, o grupo que reúne os países ricos e emergentes para avançar com as propostas de de reforma financeira; e na Cúpula da Américas, em meados de abril, em Trinidad.

Concorrência comercial

Segundo analistas, apesar da troca de palavras de boa vontade entre os dois dois países, Brasil e EUA também são concorrentes comerciais, e as tentações protecionistas são fortes em tempos de crise, como assinala Paulo Sotero, do Instituto Brasil do Centro de Estudos Woodrow Wilson.

"As relações entre os Estados Unidos e Brasil são boas, mas superficiais. O desafio dos dois (Obama e Lula), se acreditarem que é importante, é aprofundá-las em coisas que são de interesse nacional para ambos os países: estabilidade, energia, comércio, reforma das instituiçõs financeiras internacionais", explicou Sotero.

Para Obama, imerso na política interna por causa da recessão e sem muito tempo para se dedicar à América Latina, o Brasil é considerado um sócio idôneo, confiável e próximo ideologicamente, uma ótima ponte para negociar com uma região complexa.

"O Brasil emergiu como um intermediário, e Lula, que sabe ter esses meios diplomáticos em mãos, gostaria de ver uma suavização das tensões entre os Estados Unidos e a Bolívia, Venezuela ou Equador", afirmou Riordan Roett, especialista em América Latina da John Hopkins University.

(Com informações de Reuters, AFP, Valor OnLine e Agência Estado)

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quinta-feira, 12 de março de 2009

No segundo dia de viagem, Príncipe Charles visita favela da Maré

Ele e a duquesa Camila vão conhecer Ong de britânico na comunidade.
Príncipe fará discurso no Itamaraty, que terá transmissão do G1.

Do G1, no Rio


Em seu segundo dia de visita ao Brasil, o Príncipe Charles e a mulher, a duquesa da Cornuália Camila Parker, vão visitar o Rio de Janeiro. A previsão é que o casal real chegue na cidade por volta das 11h e siga para o Palácio do Itamaraty, onde fará um discurso sobre mudanças climáticas, provavelmente sua única declaração pública durante a viagem.

Com o discurso “Menos de 100 Meses para Agir”, que será transmitido ao vivo pelo G1, o príncipe fará uma reflexão sobre a necessidade de agir para combater a mudança climática e do engajamento do setor empresarial na luta.
Seguindo o programa, ainda no Itamaraty, ele deve ter um encontro com cerca de 20 líderes empresariais britânicos e brasileiros e, na sequência, com o governador Sérgio Cabral.

Enquanto o príncipe trata de negócios, a agenda oficial prevê que a duquesa visitará o Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into), onde pretende tratar de assuntos como a osteoporose.

Casal visita favela

Na programação do casal, está ainda a visita a favela da Maré. Lá, os dois devem conhecer projetos sociais da Ong Luta Pela Paz, fundada pelo britânico Luke Dowdney.

Na visita, o Príncipe e a Duquesa assistem a uma roda de capoeira, conferem uma demonstração de luta livre e conhecem as salas de aulas do projeto. De lá, partem para o Museu do Meio Ambiente, no Jardim Botânico, na Zona Sul do Rio, depois de encontrar jovens empreendedores do Youth Business International no Brasil.

Ainda no Jardim Botânico, lhes será oferecida uma recepção com membros da comunidade britânica e ambientalistas. Depois, está previsto ainda um passeio pela área externa do parque, onde encontraram crianças que recebem apoio de projetos do British Council, com direito a apresentação de samba, e planta uma árvore.

A viagem completa

O príncipe e a duquesa devem retornar ainda nesta quinta para Brasília, onde estão hospedados. Na sexta, eles seguem para Manaus e Santarém, para conhecer de perto a Amazônia.

terça-feira, 10 de março de 2009

Sucessão presidencial, Aécio inicia caminhada pelo Brasil e critica cúpula do PSDB


João Barroso e Aécio Neves em Itapipoca. (Foto : Eldem)

"Não se constrói projeto para o país da av. Paulista", diz Aécio

Por Marcelo Portela

BELO HORIZONTE (Reuters) - Deixando de lado sua costumeira diplomacia, o governador de Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB), fez duras críticas ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e à cúpula do partido por sua discordância na realização de prévias pela legenda para a escolha do candidato que vai disputar a Presidência em 2010.

"Não se constrói um projeto para o país de alguns gabinetes ou da avenida Paulista. Se constrói caminhando pelo país. E é o que eu estou me dispondo a fazer, sempre com o sentido da unidade", disse Aécio, que já tem viagem marcada para Pernambuco na próxima semana.

A declaração foi feita um dia após o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso criticar a campanha pela realização de prévias no partido para escolha do candidato do PSDB à sucessão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo o ex-presidente, os governadores "têm que trabalhar" ao invés de viajar pelo país em pré-campanha.

"Talvez não tenham passado para ele (FHC) com clareza a minha proposta. Seria importante que nos fins de semana nós pudéssemos andar pelo país. Porque, além das nossas tarefas administrativas, nós temos também responsabilidades políticas na construção de um partido, na construção de propostas", afirmou Aécio.

Analistas acreditam que Aécio tem mais chances de obter a indicação do partido por meio de prévias, enquanto o outro candidato, o governador de São Paulo, José Serra, tem a simpatia da cúpula tucana.

"E acho, inclusive, que o presidente Fernando Henrique seria uma figura muito importante nessas viagens. No seu caso, talvez ele possa até viajar além dos finais de semana. Não há divergência ente nós", completou.

Aécio, que já havia convidado Serra para participar das viagens, voltou a defender a união da legenda em torno de um projeto comum e lembrou que a eleição não está garantida apenas com a escolha do candidato.

"O PSDB estará unido, mas nós não ganhamos essa eleição de forma antecipada como alguns parecem demonstrar. Longe de ser o governador Serra --mas para algumas figuras do partido-- parece que basta apenas nós termos um candidato que ganhamos as eleições", alertou.

Para Aécio, as prévias são "instrumento extremamente importante" e uma forma de obter a união em torno de um projeto. "Eu não as vejo como instrumento de divisão do partido, como alguns insistem em colocá-las. Vejo as prévias como oportunidade extraordinária até mesmo de o PSDB se contrapor à movimentação do outro campo, que cada vez será maior daqui por diante", afirmou.

sexta-feira, 6 de março de 2009

Lula: Obama deve ter "olhar desenvolvimentista" para América Latina

BRASÍLIA (Reuters) - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta sexta-feira que pedirá ao presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, um "olhar desenvolvimentista" para a América Latina.

Lula e Obama se reunirão no dia 14, em Washington. O presidente brasileiro revelou também que defenderá uma parceria entre os EUA e os países latino-americanos a fim de fortalecer a região.

"O que eu quero -e vou estar com o presidente Obama sábado à tarde, no próximo sábado- é que os Estados Unidos tenham um olhar diferenciado para a América Latina, para a América do Sul", disse Lula a jornalistas depois de participar de evento em Vitória (ES).

"Nós somos um continente democrático, um continente pacífico e, portanto, os Estados Unidos têm que olhar para cá com um olhar produtivo, com um olhar desenvolvimentista, e não apenas pensando em narcotráfico ou em crime organizado", acrescentou. "Isso nós não queremos."

Habitação
O presidente negou que o pacote para construir 1 milhão de casas está atrasado devido a divergências entre os ministros Guido Mantega (Fazenda) e Dilma Rousseff (Casa Civil). Segundo ele, as discussões são normais durante um debate para a formatação de um programa de governo.

"Não há hipótese de ter divergência entre Dilma e Guido Mantega", assegurou, lembrando que anunciará a medida quando voltar dos EUA.

O programa beneficiará famílias que tenham renda mensal de até 10 salários mínimos. O governo pretende subsidiar a compra das casas, e os mutuários só pagarão as prestações quando mudarem para as novas residências.

Lula: Obama deve ter "olhar desenvolvimentista" para América Latina

BRASÍLIA (Reuters) - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta sexta-feira que pedirá ao presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, um "olhar desenvolvimentista" para a América Latina.

Lula e Obama se reunirão no dia 14, em Washington. O presidente brasileiro revelou também que defenderá uma parceria entre os EUA e os países latino-americanos a fim de fortalecer a região.

"O que eu quero -e vou estar com o presidente Obama sábado à tarde, no próximo sábado- é que os Estados Unidos tenham um olhar diferenciado para a América Latina, para a América do Sul", disse Lula a jornalistas depois de participar de evento em Vitória (ES).

"Nós somos um continente democrático, um continente pacífico e, portanto, os Estados Unidos têm que olhar para cá com um olhar produtivo, com um olhar desenvolvimentista, e não apenas pensando em narcotráfico ou em crime organizado", acrescentou. "Isso nós não queremos."

Habitação
O presidente negou que o pacote para construir 1 milhão de casas está atrasado devido a divergências entre os ministros Guido Mantega (Fazenda) e Dilma Rousseff (Casa Civil). Segundo ele, as discussões são normais durante um debate para a formatação de um programa de governo.

"Não há hipótese de ter divergência entre Dilma e Guido Mantega", assegurou, lembrando que anunciará a medida quando voltar dos EUA.

O programa beneficiará famílias que tenham renda mensal de até 10 salários mínimos. O governo pretende subsidiar a compra das casas, e os mutuários só pagarão as prestações quando mudarem para as novas residências.

quinta-feira, 5 de março de 2009

Jayme Campos elogia tema da Campanha da Fraternidade e pede ação do governo contra 'crimes do MST'


[Foto: senador Jayme Campos (DEM-MT)]


Página Multimídia

"De nada adiantam números positivos da macroeconomia se, nas favelas e grotões, nossos irmãos tombam vítimas de bala perdida", comentou o senador Jayme Campos (DEM-MT), ao aplaudir a iniciativa da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) de eleger como o tema da Campanha da Fraternidade deste ano a questão da violência no país.

A partir dessa reflexão proposta pela Igreja Católica, o senador pediu ao governo que assuma uma postura firme contra os crimes que estariam sendo praticados pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), inclusive o assassinato de quatro seguranças da Fazenda Jabuticaba, em Pernambuco.

- O Ministério da Justiça e a Polícia Federal devem agir com rigor, afastando qualquer viés ideológico dessa investigação, pois se trata de um crime de morte. Basta às tais ondas vermelhas de violência praticadas pelo MST e seus assemelhados. O Brasil não pode conviver com a impunidade, que é a força motriz do crime e da ilicitude - opinou o senador Jayme Campos.

O título da campanha da CNBB deste ano é "Fraternidade e Segurança Pública" e o lema central, extraído do livro do profeta Isaías, é "A paz é fruto da Justiça". Jayme Campos destacou que essa justiça citada por Isaías não é a divina, mas a terrena, o combate à violência que, na avaliação do senador, se faz com geração de empregos, criação de oportunidades, direito à mobilidade social e, principalmente, com o acesso à educação.

www.jornaldosenado

Arthur Virgílio aponta falta de preocupação do governo com efeitos da crise mundial na economia brasileira


[Foto: líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio (AM)]


Página Multimídia

O líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio (AM), criticou o governo federal por não reconhecer a "influência devastadora" da crise econômica mundial Entenda o assunto sobre as finanças do setor público brasileiro. De acordo com o senador, as autoridades governamentais "apenas admitem a ocorrência de dificuldades conjunturais", mas desprezam efeitos importantes da crise mundial no país, tais como a queda da arrecadação tributária, que já começa a ameaçar o cumprimento da meta de superávit primário, fixado para este ano em 3,8% do Produto Interno Bruto (PIB).

- O superávit primário, que representava 6,53% do PIB em janeiro de 2007 e 8,2% em janeiro de 2008, caiu para 2,14% no primeiro mês deste ano, resultado que deixa um alerta para o governo central buscar medidas para atenuar esse resultado negativo - disse.

Arthur Virgílio manifestou preocupação com o aumento de 31,6% nas despesas nominais verificado em janeiro de 2009, em relação ao mesmo período de 2008. Em sua avaliação a queda de arrecadação tributária no primeiro mês deste ano -sobretudo a diminuição de 21,6% do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) ocorrida no período - deveria servir de balizamento para o governo reduzir e não aumentar despesas.

O senador assinalou que, em termos reais, os gastos da máquina governamental aumentaram 15,9% no mês de janeiro, com destaque para as despesas com pessoal (23,1%), seguro-desemprego (24,2%) e custeio (26%).

O parlamentar destacou a forte perda de arrecadação, da ordem de R$ 18 bilhões, que o governo deverá sofrer devido ao incentivo fiscal de redução do IPI sobre carros, concedido para estimular a produção.

- O retorno dessas medidas [como a redução do IPI] não vem na velocidade desejada, e, em função disso, analistas do mercado já trabalham com a possibilidade de crescimento zero da economia em 2009 - alertou Arthur Virgilio, referindo-se ao fato de que os efeitos benéficos para a economia de medidas de desoneração tributária levam um tempo para serem sentidos.

Arthur Virgílio, comentando matéria publicada pela revista Veja, citou a relativa solidez do sistema bancário nacional e a estabilidade econômica propiciada pelo Plano Real, como razões que permitiriam prever um bom desempenho da economia brasileira diante da crise.

Lula acusa antecessores de abandonar educação por serem 'privilegiados'

Para platéia de estudantes, presidente fala sobre 'preconceito que sofreu'.
Lula diz ter feito mais por educação que antecessores com mais estudo.

Aluízio Freire Do G1, em Cabo Frio (RJ)


Lula durante visita ao campus da escola técnica de Cabo Frio (RJ) (Foto: Ricardo Stuckert / PR)

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva atacou nesta quinta-feira (6), durante discurso em Cabo Frio (RJ), os que antecederam no cargo que, segundo ele, “abandonaram a educação” porque faziam parte de uma parte privilegiada da sociedade.

“O Brasil abandonou a educação há muito tempo porque normalmente quem governava o Brasil era sempre um representante de uma parte privilegiada da sociedade brasileira”, disse o presidente durante inauguração do campus Cabo Frio do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Fluminense.
Para enumerar os investimentos feitos na área de educação, comparou seu governo com os antecessores. “Pode parecer paradoxal, mas foi justamente um presidente da República que não teve oportunidade de estudar que está fazendo as escolas que aqueles que estudaram deveriam ter feito."

O discurso foi transmitido simultaneamente às cerimônias de inauguração de outras duas unidades, em Duque de Caxias e Volta Redonda. Falando para cerca de 20 prefeitos, a maioria interessada em rendimentos dos royalties do petróleo na região, o presidente voltou a ressaltar a sua parceria com o governador Sérgio Cabral (PMDB).

“Eu tenho muito prazer em vir ao Rio. No meu primeiro mandato, eu comi o pão que o diabo amassou por causa da relação com o governador, que não vou dizer o nome. Era tudo para atrapalhar. Também, era um governador candidato a presidente da República”, disse. No primeiro mandato de Lula o governador era Anthony Garotinho.

Para uma platéia de estudantes, Lula também falou das críticas que recebeu ao se candidatar à Presidência. “Vocês sabem o preconceito que sofri. Eu não sabia nem falar direito, eu falava `menas` laranjas. Hoje falo até `en passant`. [...] Então eu fui obrigado a passar anos da minha vida explicando que um técnico de futebol não tem que ser jogador de bola. Tem que ser técnico, tem que saber montar um time.”

Prefeitos

De bom humor, Lula se saiu bem de um ato falho ao trocar o nome de um dos municípios da região, cujo prefeito era um dos presentes. “Quissamanha não? É a nossa querida Quissamã, que tem a melhor água de coco do Brasil. Só perde para Garanhuns”, consertou após ser corrigido pelo público e socorrido pelo governador Sérgio Cabral.

Ao falar com o prefeito de Volta Redonda, Antonio Francisco Neto, que fez um longo discurso elogiando o presidente na transmissão da inauguração por vídeo, Lula brincou: “Acho que você emagreceu um pouco e está pintando o cabelo”. O presidente, no entanto, não citou o prefeito de Duque de Caxias, Zito, do PSDB, que também estava presente na inauguração da escola técnica naquele município.

Lula também prometeu ajudar, depois de um pedido público feito pelo governador, cidades da região do noroeste fluminense, castigadas pelas enchentes.

Ao final da cerimônia, ao perceber um protesto de estudantes das escolas federais, que exibiam uma faixa pedindo gratuidade de transporte para estudarem em outras cidades da região, esquivou-se chamando o prefeito de Cabo Frio, Marquinhos Mendes.

“Esse cartaz não é para mim nem para o Sérgio, É com você. Veja o que é preciso para resolver esse problema e a gente ajuda a resolver”.

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sábado, 14 de fevereiro de 2009

Mãe mata bebê de 11 meses em hospital em Manaus

Ela jogou o bebê contra as grades de ferro do berço e ele morreu com traumatismo cranioencefálico"

Um bebê de 11 meses, da etnia indígena kulina, foi assassinado por sua mãe dentro da enfermaria de um hospital de Manaus ontem. Segundo uma enfermeira do hospital que não quis se identificar, o bebê estava internado desde 10 de janeiro se recuperando de uma pneumonia e desnutrição grave. "As mães que estavam na mesma enfermaria ficaram chocadas e algumas saíram correndo com seus filhos. Ela jogou o bebê contra as grades de ferro do berço e ele morreu com traumatismo cranioencefálico", relatou a enfermeira.

A assessoria do hospital confirmou a morte, mas não deu detalhes. A mãe do bebê, uma adolescente de 14 anos, estaria isolada e será mandada para Eirunepé, a 1.215 quilômetros de Manaus, junto com o corpo do filho após avaliação psiquiátrica. Há duas semanas, cinco indígenas da mesma etnia teriam matado um rapaz e comido suas vísceras, no município do Envira, vizinho a Eirunepé, onde vivem os kulina.

Fonte:Yahoo.com.br

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Lula destaca realização de seminário sobre políticas para o semi-árido

O deputado Lula Morais (PCdoB) informou, nesta quinta-feira (12/02), ao se pronunciar em plenário, que participou de seminário realizado pela Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB)/Ceará, no Banco do Nordeste, sobre “Vida sustentável no Semi-Árido Cearense”, que segue até sábado. Ele destacou que hoje à tarde, de acordo com a programação do evento, será realizada palestra da secretária do Planejamento e Gestão Silvana Parente sobre o tema “Política de Desenvolvimento para o Ceará".

Segundo o parlamentar, a situação de seca faz parte do clima do semi-árido e por isso é necessário que se desenvolvam técnicas capazes de assegurar o convívio do homem com esse clima. Atualmente, conforme acentuou, há muitas experiências que permitem esta convivência e que estão sendo disseminadas por meio do seminário da CNBB, que repete há 20 anos este intercâmbio de conhecimento.

O deputado criticou que apesar dos avanços da ciência, no Ceará ainda se praticam técnicas ultrapassadas que degradam o meio ambiente, ampliando a degradação ambiental. Ele explicou que cerca de 30% de toda a madeira utilizada para fornos de padaria e outras atividades que se utilizam desse combustível são extraídas da caatinga, que é o nosso principal bioma. O parlamentar afirmou ainda que o desmatamento de matas ciliares também concorre para o aumento da evaporação dos recursos hídricos.

Lula Morais avisou que há técnicas desenvolvidas que, além de preservar o meio ambiente, asseguram a conservação de água, como barragens subterrâneas, que “são como açudes de cabeça para baixo”, e barragens sucessivas, que permitem a recuperação do solo para o plantio. Exemplo desta técnica, segundo Lula, pode ser observado no riacho Tangati, em Canindé.

O deputado disse também que as técnicas mais comuns de irrigação estão causando a salinização do solo, trazendo conseqüências dramáticas para o meio ambiente, já que configuram uma situação de difícil reversão. Ele observou ainda que o uso indiscriminado de agrotóxicos deve ser combatido, para que haja o desenvolvimento sustentável do semi-árido.

JS/AF

Fonte: Coordenadoria de Comunicação Social

comunicacao@al.ce.gov.br

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

DEM pede que deputado do partido renuncie ao cargo de corregedor

Comissão de Ética do partido vai investigar denúncias. Pela manhã, ele negou irregularidades e possibilidade de renúncia.

Eduardo Bresciani Do G1, em Brasília


A Executiva Nacional do DEM pediu nesta quinta-feira (5) que o deputado Edmar Moreira (DEM-MG) deixe o cargo de segundo vice-presidente da Câmara consquentemente, a função de corregedor da Casa. Em nota assinada pelo presidente da sigla, Rodrigo Maia (DEM-RJ), determina-se ainda o encaminhamento à Comissão de Ética do partido das denúncias contra o deputado. Moreira é acusado de ocultar de sua declaração de bens à justiça eleitoral um castelo de mais de R$ 20 milhões em São João do Nepomuceno (MG). Ele alega que o imóvel está em nome de um de seus filhos. Outra denúncia foi feita pela Procuradoria Geral da República e já está no Supremo Tribunal FEderal. A empresa de segurança do deputado é acusada de recolher as contribuições previdenciárias dos funcionários e não repassar à Previdência Social. Moreira afirma já ter feito o pagamento e ter enviado comprovantes à Justiça.

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Líder do DEM defende punição para novo corregedor da Câmara
Novo corregedor da Câmara não quer julgar colegas
Conheça a nova composição da Mesa Diretora da Câmara
Deputado diz que castelo não foi declarado por estar no nome do filho

A nota da Executiva do DEM afirma que o partido não concorda com as afirmações de Moreira sobre a impossibilidade dos deputados julgarem os colegas. O partido lembra que teve o primeiro presidente do Conselho de Ética em 2001 e que defende a existência do órgão. O partido afirma que qualquer decisão do parlamentar no cargo de corregedor estaria comprometida devido as denúncias “O conjunto de fatos expostos recomenda, como solução adequada, sua imediata renúncia à segunda vice-presidência da Câmara”, diz trecho do documento. O DEM informa que as denúncias serão encaminhadas à Comissão de Ética do partido e que espera, em breve, uma decisão final sobre o caso. Moreira venceu a eleição para a segunda vice-presidência derrotando o candidato oficial do partido, Vic Pires Franco (DEM-PA).
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Conheça a nova composição da Mesa Diretora da Câmara

Peemedebista Michel Temer foi eleito pela terceira vez para presidente.Saiba quais são os deputados escolhidos para ocupar os demais cargos.
Do G1, em São Paulo


Foto: José Cruz/Agência Brasil

MICHEL TEMER
presidente
PMDB
Conduz o processo de elaboração de leis e fiscalização do Executivo; é o segundo na linha sucessória do presidente da República

Foto: Valter Campanato / Ag. Brasil

MARCO MAIA
1º vice-presidente
PT
Substitui o presidente em sua ausência; elabora pareceres sobre requerimentos de informações, projetos e outras matérias


EDMAR MOREIRA
2º vice-presidente
DEM
Substitui o 1º vice-presidente, examina os pedidos de ressarcimento de despesa médica dos deputados, exerce a função de corregedor

Foto: Antônio Cruz / Agência Brasil

RAFAEL GUERRA
1º secretário
PSDB
É o superintendente dos serviços administrativos da Câmara; cuida da correspondência oficial da Casa

Foto: Roosewelt Pinheiro / Agência Brasil

INOCÊNCIO OLIVEIRA
2º secretário
PR
Providencia passaporte diplomático, é secretário da Ordem do Congresso, cuida das relações da Câmara com as embaixadas


ODAIR CUNHA
3º secretário
PT
Controla o fornecimento de passagens aéreas, examina requerimentos de licença e justificativa de faltas


NELSON MARQUEZELLI
4º secretário
PTB
É responsável pelo sistema de residências oficiais da Câmara e do auxílio-moradia aos deputados que não moram em apartamentos funcionais

Marcelo Ortiz
1º suplente
PV


Giovanni Queiroz
2º suplente
PDT


Leandro Sampaio
3º suplente
PPS


Ilderlei Cordeiro
4º suplente
PPS


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