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terça-feira, 31 de agosto de 2010

16ª Exposição Agropecuária de Itapipoca: O grande ícone da Terra dos Três Climas está pronto para lhes receber

Hoje “o Mega Parque” como a maioria dos itapipoquenses gostam de chamar está todo urbanizado e pronto para receber mais de 130 mil visitantes nestes cinco dias de festa. Venha e traga a sua família, porque tudo está pronto!

O Parque de Exposições Cel. Hildeberto Barroso é, hoje, a maior atração da Cidade, constituindo-se no melhor ambiente de encontro entre amigos e familiares. Seu espaço teve de ser ampliado para caber todas as obras da moderna engenharia, ou seja, nos últimos cinco anos foi totalmente reconstruído, passando a ter uma mega estrutura, onde acontecerá a partir de 31/08 a 05/09 a XVI Exposição Agropecuária de Itapipoca. Ele é diferente dos outros, porque está bem projetado; tem os melhores equipamentos destinados aos expositores; está bem aparelhado, bem decorado e muito bonito, pois afinal, é uma obra de quem sabe fazer e faz o que gosta por amor ao Trabalho, ao povo e ao Município, justamente o prefeito João Ribeiro Barroso.

O Parque tem atividades permanentes com Seminários Institucionais, cursos de capacitações para agricultores e microempresários, festas populares, regionais e religiosas, lá funciona a Secretaria de Desenvolvimento Agrário – SDA que tem a frente da equipe o secretário Roberto Leite.

Hoje “o Mega Parque” como a maioria dos itapipoquenses gostam de chamar está todo urbanizado e pronto para receber mais de 130 visitantes nestes cinco dias de festa. Venha e traga a sua família, porque tudo está pronto!

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quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Pelo Twitter: Cid Gomes afirma que início das obras da siderúrgica está mantido para dezembro

12/08/2009 - 16:52

Há uma hora atrás, o governador Cid Gomes afirmou em seu perfil no Twitter que o início das obras da Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP) está mantido para dezembro.

No último dia 4, o Diário do Nordeste já havia adiantado, por meio da editoria de Negócios, que as obras estavam confirmadas para essa data.

Cid Gomes está em Brasília, de onde informou, também pelo Twitter, que almoçou com o prefeito de Juazeiro do Norte, Manuel Sanatana. O governador retorna ao Ceará amanhã, para a inauguração das estradas Granjeiro; Crato e Lameiro; Crato.

Siga o governador no Twitter:
www.twitter.com/cidfgomes

terça-feira, 23 de junho de 2009

Secretaria de Empreendedorismo de Itapipoca e Sebrae realizam cursos para artesãs


A Secretaria de Empreendedorismo Indústria e Comércio de Itapipoca - SEIC, em parceria com o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas, Sebrae do Ceará realizou dia 17/06, encerramento do curso de aperfeiçoamento em artesanato. As aulas foram ministradas para 20 artesãs da região da Praia da Baleia no município de Itapipoca. O objetivo deste foi agregar o artesanato no vestuário, para que se tenha uma maior valorização da mão de obra.

O evento contou com a presença da Sra. Francinalba Barroso Secretária de Empreendedorismo, Tomas (Sebrae), Ana Cláudia (Sebrae), Everardo Barroso (ex-prefeito de Itapipoca), Esmeralda (Educação),Jônia, Núbia, Laurinho, Adauto, Dasilva (Empreendedorismo), Ana (presidente da Associação das Artesãs de Baleia), Claudiney (líder político da região), e a comunidade local.

As estilistas Agda Sousa e Nélia Ferreira, do Sebrae ministraram o treinamento. Durante o curso as alunas produziram calças, biquínis, blusa, bermudas, vestidos e acessórios com detalhes em rendas.

“Com esse treinamento as empreendedoras aprenderam técnicas novas de modelagem e design, o que será importante para o aperfeiçoamento do produto”, afirmou o diretor de artesanato do Sebrae Sr. Tomas.

“A busca constante do aperfeiçoamento e da qualificação da mão de obra no artesanato tem sido o principal desafio do nosso projeto”. “Vale ressaltar que são muito importantes às parcerias para a obtenção das metas estabelecidas”, informou a Secretária de Empreeendedorismo Francinalba Barroso.

Para apresentar os novos produtos foi realizado um desfile de modas, e as modelos foram às próprias artesãs, que deram um show na passarela improvisada dentro do salão da Associação dos Pescadores da Praia da Baleia.

terça-feira, 26 de maio de 2009

Governo quer incluir 10 milhões no Microempreendedor

A informação é do ministro da Previdência Social, José Pimentel

O governo pretende incluir 10 milhões de empresas na nova classe de Microempreendedor Individual (MEI), que está prevista para entrar em vigor em 1º de julho próximo. A informação é do ministro da Previdência Social, José Pimentel, que participa de audiência pública das comissões de Finanças e Tributação; de Seguridade Social e Família; e de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio.

O MEI é uma figura jurídica criada pela Lei Complementar 128/08, que alterou o Estatuto das Micro e Pequenas Empresas. O ministro fez uma avaliação da evolução da legislação tributária para micro e pequenas empresas e explicou que o MEI vai permitir que as microempresas com receita bruta de até R$ 36 mil anuais e apenas um empregado paguem menos de R$ 52 por mês entre Previdência e impostos.

A audiência pública prossegue no plenário 7 e conta com a presença também do presidente do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Paulo Okamoto; do presidente da Confederação das Entidades de Micro e Pequenas Empresas (Comicro), José Tarcísio da Silva; do secretário do Emprego e Relações do Trabalho de São Paulo, Guilherme Afif Domingos; e do secretário-executivo do Comitê Gestor do Simples Nacional, Silas Santiago.

Agência Câmara

sexta-feira, 22 de maio de 2009

IBGE Desemprego em abril tem maior taxa desde 2007 Ainda segundo o IBGE, o número de trabalhadores ocupados somou 20,91 milhões em abril de 2009, o q

O número de trabalhadores empregados com carteira assinada aumentou 0,9% no mês passado ante mês anterior e subiu 2% ante abril de 2008.

A taxa de desemprego em abril deste ano, de 8,9%, é a maior já registrada para o mês desde abril de 2007, informou hoje o IBGE. Em igual mês do ano passado, a taxa de desemprego nas seis principais regiões metropolitanas do País estava em 8,5%.

Ainda segundo o IBGE, o número de trabalhadores ocupados somou 20,91 milhões em abril de 2009, o que representa uma baixa de 0,2% ante março do mesmo ano, mas aumento de 0,2% ante abril de 2009. Ambas as variações são consideradas como "estabilidade" pelo instituto. Já o número de desocupados (sem trabalho e procurando emprego) totalizou 2,046 milhões no mês passado, equivalente a uma queda de 1,7% ante mês anterior e aumento de 5% na comparação com igual mês do ano passado.

De acordo com o IBGE, o emprego formal no País voltou a crescer em abril. O número de trabalhadores empregados com carteira assinada aumentou 0,9% no mês passado ante mês anterior e subiu 2% ante abril de 2008. Por outro lado, o número de empregados sem carteira assinada (economia informal) recuou 0,7% em abril ante março e caiu 3,7% ante abril do ano passado. Houve queda também, nas duas comparações, no número de trabalhadores por conta própria (camelôs, profissionais liberais), de 1,5% ante março e de 0,5% ante abril do ano passado.
Fonte: opovo.com.br

quinta-feira, 21 de maio de 2009

FPM, Medida Provisória (MP) Nº 462 que repassa 1 bilhão para os municípios é aprovada

A reposição das receitas acumuladas ao longo do primeiro trimestre será feita em uma única parcela no dia 25 de maio. As perdas de abril e maio serão pagas até o dia 15 de junho, se houver disponibilidade orçamentária, e a partir do mês de junho os repasses ocorrerão, mensalmente, até o décimo quinto dia útil de cada mês. O valor referente a cada prefeitura será calculado pelo Banco do Brasil.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou a Medida Provisória (MP) 462, determinando o repasse de R$ 1 bilhão aos municípios brasileiros para compensar as perdas que tiveram com a redução do valor das transferências federais do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) para as prefeituras. Projeto liberando o crédito orçamentário para custear os repasses previstos na MP foi aprovado pelo Congresso na semana passada.

Em uma única medida provisória (MP), o governo autorizou a liberação de R$ 1 bilhão para os municípios, elevou os recursos do Tesouro para o Fundo Garantidor da indústria naval (FGCN), reduziu para Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP) mais 1,5% ao ano os juros cobrados do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) pelo aporte de recursos do Tesouro Nacional e criou o Índice de Gestão Descentralizada (IGD) do Programa Bolsa Família.

O crédito de R$ 1 bilhão foi aprovado no início do mês pelo Congresso Nacional e dependia da publicação de uma MP definindo os procedimentos. Segundo o texto, nenhuma prefeitura receberá neste ano valor inferior ao obtido em 2008, ano em que a transferência direta bateu recorde histórico ao chegar a R$ 51,3 bilhões - alta de 27% em relação a 2007.

A reposição das receitas acumuladas ao longo do primeiro trimestre será feita em uma única parcela no dia 25 de maio. As perdas de abril e maio serão pagas até o dia 15 de junho, se houver disponibilidade orçamentária, e a partir do mês de junho os repasses ocorrerão, mensalmente, até o décimo quinto dia útil de cada mês. O valor referente a cada prefeitura será calculado pelo Banco do Brasil.

A MP também cria o Índice de Gestão Descentralizada (IGD) do Programa Bolsa Família, que servirá para medir os resultados da gestão descentralizada.

O IGD também será usado para incentivar resultados qualitativos na gestão estadual, distrital e municipal do programa, além de calcular o montante de recursos a ser transferido aos Estados, municípios e Distrito Federal a título de apoio financeiro.

Medida Provisória (MP) Nº 462 de 14 de maio de 2009
Estimativa de crédito da complementação da Medida Provisória 462/09 para os municípios do
Ceará valor a ser creditado em 25/05
Fonte: www.Aprece

domingo, 17 de maio de 2009

Balanço da empresas revelam futuro do Brasil diante da crise

Saiba o que os balanços das empresas dizem sobre o futuro da crise no Brasil
Empresas divulgaram balanços do 1º trimestre até a semana passada.Veja resultados de algumas das grandes companhias brasileiras.


Ligia Guimarães Do G1, em São Paulo

Empresas de setores que dependem do mercado internacional para fazer negócios sofreram mais com a crise nos três primeiros meses de 2009, e até mudaram o jeito de negociar contratos para não perder clientes.

O desemprego cresceu no período e, com isso, mais contas ficaram atrasadas e os bancos aumentaram os ganhos em ritmo menor do que faziam antes. O consumidor brasileiro, no entanto, não parou de comprar e contratar serviços.

Tais afirmações sobre os efeitos da retração econômica mundial sobre o Brasil foram feitas, a pedido do G1, por analistas que interpretaram o que “dizem” os números dos balanços financeiros relativos ao primeiro trimestre de 2009 divulgados pelas empresas. O prazo de entrega terminou na sexta-feira (15).



Para os especialistas, a principal mensagem que se tira desses números é: o Brasil sente os impactos da crise – que já eram esperados e previstos pelo mercado para chegarem por aqui até antes, no final do ano passado – mas está longe de um panorama tão crítico quanto apresentaram as instituições de países mais diretamente envolvidos na retração econômica mundial, como os europeus e os EUA.
Veja abaixo o que, com base nos balanços, dois analistas consultados pelo G1 disseram sobre os desdobramentos da crise.

Bancos
Na avaliação do sócio da BDO Trevisan, José Luiz Gurgel, a redução do ritmo de ganhos causada pelo aumento da inadimplência foi o principal ponto comum nos resultados trimestrais divulgados pelas instituições financeiras no Brasil.

“Os balanços do trimestre mostraram uma redução do lucro dessas empresas, principalmente em razão do aumento da inadimplência, o que até o final de 2008 não havia sido sentida no Brasil”, diz o especialista.

“Nos bancos, isso aconteceu de uma maneira geral, todos se comportaram com essa tendência”, avalia o economista, que diz que essa expansão da inadimplência já era esperada para o fim do ano passado.
Diante desse cenário, há risco de quebra e problemas mais graves nos bancos brasileiros, nos moldes do que acontece em instituições norte-americanas? O especialista afirma que não.

“Não é nada que seja preocupante e coloque em risco o sistema bancário. É mais uma redução no ritmo de ganhos: a taxa de crescimento dos lucros passa a ser decrescente”, diz.

Mercado internacional
Segundo a chefe da área de análise da Ativa Corretora, Luciana Leocádio, há um padrão de reação à crise entre as empresas que divulgaram os balanços do primeiro trimestre: quanto maior a exposição e dependência que elas têm do mercado internacional para os negócios, mais sentiram o impacto da desaceleração econômica no período.
“Companhias do setor de commodities, que dependem mais do comércio internacional e são voltadas para o mercado externo, acabam ficando mais prejudicados. Podem sentir o impacto ainda no segundo trimestre”, diz a analista.

“Alguns setores estão mostrando sinais claros de desaceleração, como siderurgia e mineração. Usiminas e CSN, por exemplo, tiveram queda nos níveis de venda e preço. A própria Vale aumentou as vendas para a China, mas teve para outros destinos comprometida”, disse.
Outro “sintoma” da crise nos resultados é a da renegociação de contratos para não perder clientes. "Alguns setores foram muito marcados por renegociação de contratos, como a Vale, que foi um caso emblemático", diz Gurgel, da BDO Trevisan.

Os mais fortes
Para Luciana Leocádio, da Ativa Corretora, telefonia, tecnologia e energia elétrica são exemplos de setores que foram menos sensíveis aos efeitos da crise, por serem mais dependentes do mercado doméstico.

"Esses segmentos estão conseguindo mostrar números mais resistentes. São setores que têm muita resistência em relação à desaceleração da economia porque são serviços essenciais", diz a especialista.

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Outro setor que se mostrou surpreendente, para Luciana, foi o de consumo. "Natura, Ambev, Pão de Açúcar, todos mostraram bons resultados", diz.

E o futuro?
Na opinião de Gurgel, da BDO Trevisan, o impacto da crise nos negócios demorou até mais que o esperado para chegar ao Brasil, e vieram menos negativos do que poderiam ser.

"Setores de bens de consumo tiveram bom desempenho, o que mostra confiança do consumidor. Ele não está tão receoso em continuar a consumir. Enquanto você tem um setor de consumo ainda confiante, isso é muito positivo", diz. "A economia ainda tem uma boa expectativa para o segundo semestre".

Apesar disso, ainda é cedo para decretar que o pior da crise já passou. "Me parece que o fundo do poço já chegou, mas ainda vemos alguns segmentos com declinação degativa durante o segundo trimestre. Ainda está cedo para fazer apostas e falar de recuperação".

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quinta-feira, 7 de maio de 2009

Participação de estrangeiros na Bovespa cresce em abril

Volume financeiro subiu 9,2% no mês, atingindo R$ 97,19 bilhões.
Ações mais procuradas foram a Petrobras PN e a Vale PNA.

Do G1, em São Paulo

Tamanho da letra

A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), que registrou valorização de 15,5% no mês passado, viu a participação de estrangeiros em suas negociações aumentar em abril. A fatia dos investidores externos ficou em 36,23%, contra 34% de março. Já o percentual de pessoas físicas caiu, de 33,82% para 30,85%, entre março e abril.


Em abril de 2009, o volume financeiro negociado atingiu R$ 97,19 bilhões, com atlta de 9,2% sobre o resultado de março. O fluxo de recursos de investidores estrangeiros para o mercado de ações brasileiro, entre 1º de janeiro e 30 de abril, está positivo em R$ 7,074 bilhões, de acordo com a bolsa brasileira.

Ações

De acordo com dados oficiais, os papéis que tiveram maior giro financeiro no mês de abril foram: Petrobras PN (R$ 13,02 bilhões), Vale PNA (R$ 10,53 bilhões), Itaú Unibanco PN (R$ 4,06 bilhões), Petrobras ON (R$ 3,64 bilhões) e BMFBovespa ON (R$ 3,3 bilhões).

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Venezuela aprova nacionalização parcial dos serviços de petróleo

Lei permitirá a governo expropriar empresas privadas do setor.
Indenização será feita em títulos públicos, em vez de dinheiro.

Da Reuters


A Venezuela aprovou nesta quinta (7) uma legislação que permite a nacionalização de algumas empresas de serviços petrolíferos, ampliando o controle do setor pelo presidente Hugo Chávez.

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A lei facilitará que o governo assuma o patrimônio de empresas como Halliburton e Schlumberger, num momento em que a estatal PDVSA acumula dívidas de bilhões de dólares com fornecedores, devido à queda nos preços do petróleo.

A medida pode reduzir ainda mais a produção de petróleo do país, pois pode desacelerar serviços essenciais, já prejudicados após anos de investimentos insuficientes da PDVSA, que banca os programas sociais responsáveis pela popularidade de Chávez.

"Parece uma forma fácil de sair das atuais disputas de dívidas com as empresas de serviços, mas é uma abordagem míope", disse Antoine Halff, vice-presidente de pesquisas da corretora Newedge Group, de Nova York.

"Primeiro, há dúvidas sobre quão bem a PDVSA pode administrar essas empresas de serviços, mas também há dúvidas sobre como isso irá afetar futuros investimentos em projetos petrolíferos", afirmou.

A lei coloca o Estado à frente de empresas que prestam serviços, como a reinjeção de gás e água e o transporte naval no lago Maracaibo (região produtora de petróleo), e dá à PDVSA o direito de assumir as empresas envolvidas nessas operações.

A nova legislação permitirá que o governo exproprie empresas e indenize as companhias com títulos públicos, em vez de dinheiro, que determine o controle preliminar do patrimônio da empresa enquanto a Justiça resolve disputas, e possivelmente anula contratos existentes.

"Um setor importante como o petróleo não pode ficar sujeito aos caprichos das empresas privadas. Deve estar sujeito ao controle do Estado", disse na quarta-feira o ministro da Energia, Rafael Ramírez.

Segundo ele, o governo irá divulgar uma lista de empresas que seriam assumidas sob a nova legislação. Uma delas, a Williams Companies, que tem dívidas de US$ 241 milhões a receber da PDVSA, está "ao alcance da lei", segundo o ministro.

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Grandes bancos dos EUA ainda precisam quase US$ 75 bilhões, mostra teste

Dados foram divulgados pelo Federal Reserve e pelo Tesouro americano.
Somente o Bank of America precisará de US$ 33,9 bilhões em recursos.

Do G1, em São Paulo

O resultado do "teste de estresse" promovido pelo Federal Reserve (Fed, banco central americano) e pelo Tesouro mostrou que os dez principais bancos avaliados precisam de recursos extras de quase US$ 75 bilhões para ter sua saúde financeira garantida.

O Bank of America deverá ter uma larga participação na captação de recursos, pois o estudo mostrou que a instituição ainda precisa de US$ 33,9 bilhões, segundo anunciaram o Fed e o Tesouro. Já o Wells Fargo deverá captar US$ 13,7 bilhões.

Outras instituições que precisarão de largas somas de dinheiro incluem a empresa de financiamento automobilístico GMAC, com US$ 11,5 bilhões; o Citigroup, com US$ 5,5 bilhões; e o banco de investimento Morgan Stanley, com US$ 1,8 bilhão.

A divulgação do estudo sugere, de acordo com documento divulgado no site do Federal Reserve, que, se a economia tomasse um cenário mais adverso, as 19 instituições poderiam precisar de até US$ 600 bilhões entre 2009 e 2010.

Somadas com as perdas já registradas desde meados de 2007, isso totalizaria US$ 950 bilhões.

Capital mínimo

Ao falar sobre a necessidade de se levantar mais US$ 74,6 bilhões em capital, o Fed esclarece que o montante se refere a apenas dez das 19 instituições avaliadas, o que significa que nove já possuem o capital mínimo que será exigido pelo Fed a partir de agora.

Entre as instituições que passaram no "teste de estresse" e não precisarão de recursos extras estão a emissora dos cartões de crédito American Express, o banco de investimentos Goldman Sachs e a seguradora MetLife.

Fora isso, o banco central americano diz que a maior parte deste dinheiro se refere à meta mínima estipulada para o capital ordinário das instituições. Ou seja, boa parte deste total poderá ser alcançado por meio da conversão da participação preferencial em ordinária.

Valor menor

Na verdade, antes de encontrar o número de US$ 74,6 bilhões, o Fed havia calculado a necessidade de se levantar US$ 185 bilhões em dinheiro novo. No entanto, esse número maior tinha como referência o balanço de dezembro de 2008.

Segundo o Fed, como o desempenho da receita dos bancos superou as estimativas no primeiro trimestre, e algumas medidas envolvendo o capital dessas instituições já foram tomadas entre janeiro e março, a necessidade de dinheiro extra ficou "substancialmente" menor.

(Com informações da France Presse e do Valor OnLine)

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terça-feira, 5 de maio de 2009

Dólar fecha terça-feira com alta de 0,84%

Moeda terminou dia negociada a R$ 2,148.
Mercados tiveram dia de oscilação.

Do G1, em São Paulo


Cotação do dólar tem forte oscilação no pregão desta terça-feira. (Foto: Divulgação)

O dólar comercial fechou em valorização nesta terça-feira (5).

Leia também:

Bovespa tem oscilação

A moeda encerrou os negócios negociada a R$ 2,148 para a venda, com alta de 0,84%.

Nesta terça, depois de oito meses, o Banco central voltou a fazer leilão de swap cambial reverso, o que na prática significa a compra de dólares no mercado futuro.

O BC vendeu todos os 67.600 contratos ofertados ao mercado, numa operação equivalente a US$ 3,412 bilhões. Nesse tipo de operação, o mercado ganha quando a variação do juro supera a do dólar.

O real está exibindo uma valorização muito rápida (ante o dólar). Talvez isso deixe o BC um pouco 'desconfortável', o que pode ter reforçado a decisão pelo leilão", avaliou Reginaldo Galhardo, gerente de câmbio da Treviso Corretora de Câmbio.

"Nos níveis de R$ 2,20, tanto o exportador quanto o importador estão no mercado. Abaixo disso, o exportador começa a achar ruim", acrescentou Galhardo.

O gerente de câmbio acredita que a atuação do BC ocorreu basicamente para não deixar o exportador desguarnecido em um cenário ainda de crise. De acordo com o analista, o dólar em torno de R$ 2,10 não favorece a empresas que exportam.

Discurso de Bernanke

Os mercados, que operavam sem direção definida no início do pregão, migraram para o terreno negativo depois do discurso do presidente do Federal Reserve (Fed, banco central americano), Ben Bernanke, que previu que a economia vai se recuperar mais para o fim do ano, mas somente depois de atingir o "fundo do poço".

Ele afirmou, porém, que o investimento das empresas segue fraco e que haverá mais cortes de emprego nos próximos meses. O mercado de trabalho norte-americano viu 5 milhões de empregos serem eliminados nos últimos 15 meses. E o problema ainda não foi resolvido.

"A informação mais recentente sobre o mercado de trabalho - o número de novos pedidos e renovações de seguro-desemprego - sugere que veremos novos cortes de vagas e aumento de desemprego nos próximos meses", ressaltou Bernanke.

(Com informações do Valor Online e da Reuters)

Produção industrial sobe 0,7% e tem terceira alta seguida, aponta IBGE

Segundo instituto, setor de automóveis influenciou resultado mensal.
A perda acumulada dos dois últimos trimestres foi a maior desde 1990.

Do G1, em São Paulo


Linha de produção da Ford no ABC paulista; setor de veículos foi um dos que mais influenciou alta na produção industrial mensal (Foto: Divulgação)

A produção industrial subiu 0,7% no mês de março em relação a fevereiro e registrou a terceira alta mensal seguida, considerando os dados com ajuste sazonal.

As informações fazem parte da Pesquisa Industrial Mensal divulgada nesta terça-feira (5) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em relação a março do ano passado, a atividade industrial apresentou recuo de 10%, de acordo com o instituto.

A perda acumulada dos dois últimos trimestres foi de 16,7%, a mais elevada desde o segundo trimestre de 1990, quando o índice recuou 19,8%.

Foto: Editoria de Arte/G1

"Após três meses de suave acréscimo mensal no nível de produção, acumulando alta de 4,8% entre dezembro e março, houve uma inversão na trajetória do índice de média móvel trimestral, que cresceu 1,6% em março frente ao mês anterior, após perda acumulada de 18% nos últimos cinco meses", destacou o IBGE em nota.

Segmentos em alta

Um dos setores que mais influenciou a alta, conforme o instituto, foi o setor de veículos automotores, que registrou, em relação a fevereiro, elevação de 7%.

Onze das 27 atividades industriais tiveram alta na produção. Outores setores destacados pelo instituto foram a indústria farmacêutica (9%); outros produtos químicos (3,5%); equipamentos de instrumentação médico-hospitalar e óticos (20,8%); e indústrias extrativas (2,4%).

Segmentos em retração

Em março, o IBGE apontou alguns dos setores que exerceram pressão negativa no índice: equipamentos de transporte (-15,2%); máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-15,3%); máquinas e equipamentos (-3,3%); e material eletrônico e equipamentos de comunicações (-5,5%).

Considerando as categorias da indústria, a única a registrar retração em março ante fevereiro foi o setor de bens de capital, cuja produção caiu 6,3%. Os demais registraram leve variação ou pequena alta: bens intermediários (0,3%); bens de consumo (1,3%); bens duráveis (1,7%); bens semiduráveis e não duráveis (0,8%).


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sexta-feira, 1 de maio de 2009

Lareira ecológica usa etanol como combustível

Fotos 29.04.2009 19:30
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postado por Amanda Lopes
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Para quem mora nas grandes cidades, as lareiras já não são mais tão presentes, mas, no interior, ainda dá pra ver bastante. Como estamos em tempo de coisas com o prefixo “eco”, foi criada a lareira ecológica, ou a “ecolareira”. A informação foi veiculada pelo CrunchGear.

A lareira ecológica usa etanol como combustível e não madeira ou gás. O consumo médio é de meio litro por hora e a ideia surgiu a partir de alguns designers como o John Dimopoulos, que criou a Zeta (na foto).

A eficiência térmica prevista para a lareira é de cerca de 90%. Além disso, você liga e desliga quando quiser e controla a intensidade da chama.

Não que o uso do etanol seja a grande solução para os problemas de energia do mundo, mas já estamos economizando as árvores e interferindo menos nas complexas questões do gás. Veja informações da Zeta aqui.

O que eu não consigo imaginar é como fica "agradável" o cheiro do ambiente com uma lareira dessas queimando.

Fonte:site Msn

quinta-feira, 30 de abril de 2009

Bovespa fecha em leve alta no dia e tem ganhos de mais de 15% em abril

Trata-se do maior resultado mensal desde fevereiro de 2005.
Índice Ibovespa terminou esta quinta-feira (30) aos 47.289 pontos.

Do G1, em São Paulo


A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) fechou em leve nesta quinta-feira (30), repercutindo os novos dados sobre a economia norte-americana divulgados no dia e também a redução da taxa básica de juros da economia brasileira, a Selic, em 1 ponto percentual, para 10,25% ao ano.

Leia também:

Dólar cai quase 6% no mês

O índice Ibovespa, referência para o mercado brasileiro, terminou o dia em alta de 0,13%, aos 47.289 pontos. Isso representa um ganho de 15,55% ao longo do mês de abril e de 25,93% desde o início do ano. Nesta sexta-feira, o volume financeiro negociado superou a marca de R$ 5,4 bilhões.

O resultado de abril representa a maior valorização mensal para o Ibovespa desde fevereiro de 2005. O indicador também fechou abril com a oitava semana seguida de ganhos. Segundo o diretor de renda variável da FinaBank Corretora, Edson Marcellino, o desempenho mensal foi além da expectativa. "Estávamos projetando o índice em 44 mil pontos", afirma.

No dia, destacaram-se entre as principais influências positivas do mercado as ações PN da Vale, com ganho de 1,26%, a R$ 30,48, e também as ON, que avançaram 3,06%, para R$ 36,08.

A companhia Mercator Lines disse nesta quinta-feira ter assinado um contrato com a Vale para transportar minério de ferro do Brasil para a China nos próximos 14 anos. O contrato de US$ 175 milhões só expiraria em 2023, segundo comunicado.

Setor automotivo

No setor automotivo, reportagens indicam que o acordo entre a Chrysler, o Tesouro e credores não foi bem sucedido e que a empresa buscou proteção sob a lei de falências.

Já os credores da General Motors propuseram uma troca de dívida por ações, que os deixará com 58% da montadora. Os sindicatos levam outros 41% e os atuais acionistas ficam com o 1% restante.

No setor financeiro, o Bank of America anunciou que Kenneth Lewis deixará a presidência do banco respondendo a voto de acionista. Walter Massey assumirá o comando da instituição.

Macroeconomia

No campo econômico, os agentes assimilam a queda de 0,2% nos gastos do consumidor americano durante o mês passado. Também foi verificada queda na renda, de 0,3%.

No lado do emprego, 631 mil americanos foram em busca do seguro-desemprego na semana passada, montante menor que na semana anterior. Já o número de pessoas que segue recebendo o benefício aumentou em 133 mil, para 6,27 milhões.

Pregões

Em Wall Street, a sexta-feira fechou sem direção definida. Índice-referência para Nova York, o Dow Jones teve perdas de 0,22%, enquanto o indicador de ações de tecnologia Nasdaq encerrou em alta de 0,31%.

O índice FTSEurofirst 300, principal referência das bolsas de valores europeias, fechou em alta de 1,5%, a 828 pontos. O indicador, que despencou 45% no ano passado, acumulou ganhos de mais de 13% em abril.

(Com informações da Reuters e do Valor OnLine)

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quarta-feira, 29 de abril de 2009

Copom reduz ritmo, mas juro cai para 10,25% ao ano, patamar sem precedentes

Corte foi de um ponto nesta quarta-feira, contra 1,5 ponto em março.
Com decisão, Brasil deixa liderança do ranking mundial de juros reais.

Alexandro Martello Do G1, em Brasília


O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central optou por reduzir o ritmo de corte dos juros básicos da economia em sua reunião de abril, ao baixar a taxa Selic de 11,25% para 10,25% ao ano nesta quarta-feira (29). A redução de um ponto nos juros foi menor do que aquela realizada em março deste ano, quando a taxa caiu 1,5 ponto percentual - no que foi o maior corte desde dezembro de 2003. Esse foi o terceiro corte consecutivo.

Com a decisão desta quarta, os juros básicos da economia, que servem de referência para sistema financeiro, caíram para níveis sem precedentes na história do país. Até o momento, o menor nível já registrado, de 11,25% ao ano, havia ocorrido entre setembro de 2007 e abril do ano passado, e entre 12 de março de 2009 e esta quarta-feira. A nova taxa passa a vigorar a partir desta quinta-feira (30). A série histórica do BC sobre a taxa de juros tem início em 1996.

Foto: Editoria de arte/G1

Gráfico: Editoria de arte/G1

Ao fim da reunião, o Banco Central divulgou a seguinte frase: "Avaliando o cenário macroeconômico e visando ampliar o processo de distensão monetária, o Copom decidiu reduzir a taxa Selic para 10,25% ao ano, sem viés, por unanimidade".

Em linha com o mercado

A decisão do Copom também veio em linha com o que acreditava a maior parte do mercado financeiro, que vinha estimando redução para 10,25% ao ano em abril. Para o mercado, os juros continuarão em queda nos próximos meses, terminando este ano em 9,25% ao ano, ou seja, pela primeira vez em um dígito (abaixo de 10% ao ano).

Juros reais

Além de atingir uma taxa de juros nunca antes registrada na história do país, o anúncio do Copom também retirou o país da liderança mundial dos juros reais - obtidos após o abatimento da inflação. O Brasil ocupava a liderança deste ranking há um ano, segundo informações da consultoria UpTrend.

Com a redução dos juros nominais para 10,25% ao ano, os juros reais brasileiros caíram para 5,8% ao ano. O país foi ultrapassado pela China (6,6% ao ano) e pela Hungria (6,4% ao ano), passando a figurar, com isso, na terceira posição do ranking.

"Esta posição [3o lugar] não era alcançada desde novembro de 2003 e mostra que a política de afrouxamento monetário ainda deixa o país entre os melhores pagadores de juros, ao consideramos dois graus de investimento, e no cenário de investimento", avaliou a UpTrend.

Crise financeira

Desde o início deste ano, os juros básicos da economia já recuaram 3,5 pontos percentuais, uma vez que fecharam 2008 em 13,75% ao ano. A forte queda dos juros em 2009 está relacionada com os efeitos da crise financeira internacional sobre a economia brasileira.

Após o agravamento da crise, em meados de setembro, com o anúncio de concordata do banco norte-americano Lehman Brothers, várias economias registraram piora no nível de atividade econômica, resultando em demissões e recessão ao redor do mundo. O quadro também se agravou no Brasil, com o fechamento de quase 800 mil postos formais de trabalho entre novembro do ano passado e janeiro de 2009 - embora tenha havido pequena recuperação em fevereiro e março.

O fechamento de vagas, e a falta de confiança da população, levaram o consumidor brasileiro a reduzir o ritmo de compras e, com isso, diminuíram também as pressões inflacionárias na economia brasileira. Em fevereiro, porém, as vendas no varejo aumentaram 1,5% em relação a janeiro, resultado que ficou acima das expectativas do mercado e houve uma pequena melhora nas concessões de crédito e na produção industrial.

Metas de inflação

No Brasil, vigora o sistema de metas de inflação, pelo qual o Copom tem de calibrar a taxa de juros para atingir uma meta pré-determinada com base no IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo). Ao subir os juros, atua para conter a inflação e, ao baixá-los, avalia que a inflação está condizente com as metas.

Para este ano, e para 2010, a meta central de inflação é de 4,50%. Entretanto, há um intervalo de tolerância de dois pontos percentuais para cima ou para baixo. Com isso, o IPCA pode ficar entre 2,50% e 6,50% sem que a meta seja formalmente descumprida.

Para 2009, a projeção do mercado financeiro para o IPCA, que estava em 5,20% em dezembro e já havia recuado para 4,80% janeiro e 4,57% em março, caíram para 4,30% na última semana. Para 2010, estão em 4,30% - também abaixo da meta central. O próprio BC previu, no fim de março, inflação baixo da meta em em 2009 e no ano que vem.

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Bovespa sobe mais de 3% e atinge o maior patamar em quase sete meses

Nesta quarta-feira (29), índice superou a marca dos 47 mil pontos.
Com resultado do dia, valorização do Ibovespa passa de 25% neste ano.

Do G1, em São Paulo


A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) fechou em forte alta nesta quarta-feira (29), acompanhando de perto o bom humor do mercado financeiro externo em dia de agenda cheia, que incluiu a divulgação do desempenho da economia americana no 1º trimestre e a decisão sobre a taxa básica de juros do país.

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Com isso, o índice Ibovespa, referência para o mercado nacional, fechou em alta de 3,07%, aos 47.226 pontos. Trata-se do maior patamar em quase sete meses - a Bovespa não registrava maior pontuação desde 1º de outubro de 2008. O volume financeiro negociado do dia ficou acima de R$ 5 bilhões.

Com isso, no penúltimo pregão do mês, a Bovespa já acumula ganho de 15,39% em abril. Desde o início do ano, o mercado financeiro brasileiro já apresenta recuperação de 25,77%.

Entre as ações mais valorizadas, figurou a do Itaú-Unibanco, maior instituição financeira do país, que subiu 6%, seguindo de perto os fortes ganhos registrados pelo setor nos Estados Unidos e na Europa. Outras ações de destaque foram as dos setores imobiliário e de construção, como Gafisa, Rossi e Cyrella.

Dados externos

Nos Estados Unidos, pela manhã, foi divulgada a informação preliminar do Produto Interno Bruto (PIB) no 1º trimestre, que mostrou contração de 6,1% da economia. Diante da crise, o dado não foi considerado tão grave pelo mercado financeiro. No quarto trimestre, a economia já tinha encolhido 6,3%.

O Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) manteve nesta quarta-feira a taxa de juros do país inaltarada no intervalo entre zero e 0,25% ao ano. O BC afirmou que o ritmo de deterioração da economia do país parece estar diminuindo, mas acrescentou que continuará mantendo a taxa de juro em nível excepcionalmente baixo por um longo período.

"O comitê avalia que as condições econômicas devem justificar níveis excepcionalmente baixos para a taxa dos 'federal funds' por algum tempo", afirma o comunicado no qual o Fed anunciou sua decisão.

Dados locais

O mercado financeiro também ignora dados negativos divulgados nesta quarta-feira para o mercado interno. A taxa de desemprego em seis regiões metropolitanas do país voltou a crescer em março e atingiu 15,1%, segundo pesquisa realizada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) em parceria com a fundação Seade.

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) informou nesta quarta-feira (29) que a queda da atividade industrial se intensificou no primeiro trimestre deste ano. Segundo o indicador, a produção caiu para 36,1 pontos, 16,1 pontos abaixo do patamar do 1º trimestre de 2008 e 4,7 pontos menor que o do 4º trimestre do ano passado.

Outros pregões

Nos Estados Unidos, o índice Dow Jones, referência para Nova York, subiu 2,11%, para 8.185 pontos. O termômetro de tecnologia Nasdaq avançou 2,28%, para 1.711 pontos. O índice Standard & Poor's 500 teve valorização de 2,16%, para 873 pontos.

Na Europa, o índice FTSEurofirst 300 subiu 2% de carona nas ações de bancos e do setor de energia. Entre os principais mercados, Londres teve alta de 2,17%, Paris caiu 2,26% e Frankfurt teve desvalorização de 2,24%.

Na Ásia a quarta-feira foi de valorização nos principais mercados. Tóquio não operou em função de feriado.

(Com informações da Reuters e do Valor OnLine)

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quinta-feira, 23 de abril de 2009

Banco Mundial destinará US$ 35 bilhões em dois anos para a América Latina

Recursos para o Brasil também serão estendidos, afirma Robert Zoellick.
Meta é que haja recursos para garantir programas sociais brasileiros.

Da Agência Estado


O presidente do Banco Mundial, Robert Zoellick, participou de conferência de imprensa nesta quinta-feira (Foto: AP)

O presidente do Banco Mundial, Robert Zoellick, afirmou nesta quinta-feira (23) que a América Latina deve receber US$ 35 bilhões ao longo de dois anos e que a instituição ampliará os financiamentos para o Brasil, mas não citou valores específicos.

Zoellick reconheceu que o Brasil começou a crise "em posição melhor, pois nos últimos dez anos fez muito para desenvolver reservas internacionais, melhorou produtividade, tem o tipo de programa que mencionei (social), mas inevitavelmente será também atingido pela crise mundial". O país tem a vantagem de ter uma economia de dimensão continental, então pode depender mais da demanda doméstica, completou.

Zoellick citou o Bolsa Família como um dos exemplos de programas de transferência de renda para suporte e segurança social. O México também foi lembrado por seus programas. Ele disse que este tipo de programa, com destinação de recursos equivalente a "menos de 1,5% ou 1% do PIB" do país em que é implementado, "mostra que se pode fazer verdadeira diferença com programas modestos".

Pobreza

No entanto, Zoellick observou que, mesmo com população crescente de renda média, ainda há muitas pessoas pobres. "E muitos destes pobres têm muito pouco ou nenhum amortecedor (proteção contra a crise)".

Ele comparou os efeitos da crise nos países desenvolvidos, citando que nestas economias a população perde casas e carros. "(Quando o choque atinge as economias em desenvolvimento), não há lugar para se ir, não tem comida, não tem proteção. Então este é um exemplo de onde precisamos trabalhar com as autoridades brasileiras", afirmou.

Segundo o presidente do Banco Mundial, o país "tem boas estruturas em ação, mas precisa assegurar que haja o recurso necessário".

Protecionismo

Zoellick expressou preocupação com a contínua aplicação de medidas restritivas aos fluxos do comércio pelos países do G20, apesar das promessas que fizeram de evitar políticas protecionistas. Desde o encontro do G20 de 2 de abril, nove países já tomaram ou consideraram tomar 23 medidas restritivas, disse em entrevista concedida em Washington, antes do Encontro de Primavera do Fundo Monetário Internacional (FMI) no fim de semana.

"Com o aprofundamento da recessão, os governos serão pressionados a proteger os mercados domésticos", disse Zoellick. "Tais retrocessos tornarão a crise econômica pior."

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Juros do cheque especial voltam a subir em março, informa BC

Juros do cheque especial sobem a despeito da queda em outras linhas.
Taxa média geral, e para pessoas físicas, caíram em março, diz BC.

Alexandro Martello Do G1, em Brasília

Na contramão do observado em outras taxas de juros, tanto para empresas quanto para pessoas físicas, os juros cobrados pelos bancos em suas operações com o cheque especial de pessoas físicas subiram em março deste ano, revelam informações divulgadas nesta quinta-feira (23) pelo Banco Central.

No mês passado, os juros médios do cheque especial somaram 169,1% ao ano, contra 166,7% ao ano em fevereiro. Ou seja, um aumento de 2,4 pontos percentuais.

Pré-crise

Em fevereiro, tanto a taxa do cheque especial, quanto a de outras linhas de crédito para pessoa física, já haviam retornado ao nível pré-crise. Mesmo com a subida em março, a taxa do cheque especial ainda continua abaixo da observada em setembro do ano passado (170,2% ao ano). As demais taxas cobradas pelos bancos (com exceção da conta garantida - para empresas) caíram em março, e por isso, seguem em patamares observados antes do agravamento da crise financeira, em setembro de 2008, com impactos de outubro em diante na economia.

Histórico

Os juros do cheque especial vinham recuando desde janeiro deste ano, quando somaram 172% ao ano. Em dezembro do ano passado, estavam em 174,9% ao ano. A queda registrada no início do ano continuou em fevereiro, com a taxa média recuando para 166,7% ao ano - que foi o menor nível desde agosto de 2008. Em março, a sequência de quedas foi interrompida, com o aumento para 169,1% ao ano.

Inadimplência e atrasos

As instituições financeiras voltaram a elevar os juros do cheque especial, no mês passado, apesar da queda da inadimplência registrada nesta linha de crédito, que se caracteriza por atrasos acima de 90 dias. A inadimplência do cheque especial, que estava em 10,6% em dezembro, caiu para 10,2% em janeiro e fevereiro. Em março, recuou mais ainda: para 9,7% ao ano (a menor desde outubro do ano passado).

O chefe do Departamento Econômico do Banco Central, Altamir Lopes, observou, entretanto, que os "atrasos" de pagamento (pela definição, demora de 15 a 90 dias para pagamento das dívidas, e que não é a mesma coisa que inadimplência), cresceu de 5%, em fevereiro, para 5,4% em março deste ano, o que é o maior valor de toda a série histórica do BC, iniciada em julho de 1994.

"Este é o maior atraso da série histórica. Não dá pra dizer que justifica [o aumento da taxa de juros do cheque especial efetuado pelos bancos]. Mas é a única explicação que eu tenho. Poderia ser um comportamento defensivo [dos bancos]", avaliou Altamir Lopes, chefe do Departamento Econômico do BC.

Crédito pessoal e aquisição de veículos

Para o crédito pessoal, das pessoas físicas, entretanto, a taxa caiu de 54,5% ao ano em fevereiro para 50,8% ao ano em março. O mesmo aconteceu para a aquisição de veículos, cuja taxa média dos bancos passou de 31,8% ao ano, em fevereiro, para 29,7% ao ano em março.

Taxas médias

A taxa média de juros, de todas as operações bancários com recursos livres (sem direcionamento específico), caiu de 41,3% ao ano em fevereiro para 39,2% ao ano em março, o menor nível desde junho do ano passado, informou o BC.

Já a taxa dos bancos em suas operações com pessoas físicas recuou de 52,6% em fevereiro para 50,1% ao ano no mês passado - o nível mais baixo também desde junho do ano passado.

Para as pessoas jurídicas, a taxa média cobrada pelas instituições financeiras recuou de 30,9% ao ano em fevereiro para 28,9% ao ano em março, a menor desde setembro de 2008.

Outra exceção à queda quase generalizada dos juros bancários em março, foi a "conta garantida" de empresas - linha de crédito que se assemelha ao cheque especial de pessoas físicas. Neste caso, os juros cobrados pelos bancos subiram de 77,1% ao ano em fevereiro para 79,6% ao ano em março.

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sábado, 18 de abril de 2009

Farmácias São Paulo inaugura mais uma loja

Em entrevista ao Jornal A Notícia os sócios destacaram a importância estratégica desta loja para Itapipoca e região, visto que este município tem um comércio forte e seu crescimento é destaque no cenário cearense.

Foi inaugurada neste sábado (18/04/2009) a nona loja do grupo de Farmácias São Paulo, desta vez em Itapipoca, cidade localizada no norte cearense, distante 135 km de Fortaleza.

Há 25 anos no mercado o grupo é dirigido pelos irmãos e sócios Francisco das Chagas Pinto e Roque Pinto Filho que recepcionaram seus novos clientes com uma inauguração bem movimentada e animada pelo Grupo de Pagode Sempre Nós.

Para prestigiar o evento estiveram presentes amigos, empresários, autoridades municipais e os representantes comerciais Ricardo, Jorge, Marcílio, Valdecy Marcelo, Marcelo Silva, além da senhora Zoraide Azevedo Pinto (esposa de Francisco Pinto).

Em entrevista ao Jornal A Notícia os sócios destacaram a importância estratégica desta loja para Itapipoca e região, visto que este município tem um comércio forte e seu crescimento é destaque no cenário cearense. “Orgulhamo-nos de ser reconhecidos por nossos parceiros como sendo um dos principais clientes do interior cearense”. “Todas as nossas lojas possuem o mesmo padrão de atendimento e a constante preocupação em oferecer os melhores preços, variedade de produtos e excelência em serviços. Diferenciais que já se tornaram marca registrada das Farmácias São Paulo”. Pontuou Francisco Pinto.

Durante a inauguração, além dos preços promocionais foram oferecidos brindes aos clientes, que em contrapartida se aglomeravam na busca de atendimento.

Foi anunciado também pelos empresários o sorteio de uma motocicleta infantil no dia da criança para os clientes que comprarem no período de maio a outubro mês do sorteio.

Toda quinta feira a Farmácia São Paulo vai realizar a promoção quinta do genérico com descontos de até 50% nesta linha de produtos.

Localizada no centro de Itapipoca precisamente a Rua Raimundo Teófilo de Castro nº. 90, a Farmácia oferece o serviço de tele entrega e atende pelo número (088)3631:1818. Vá conferir comprar e economizar é claro!

Reportagem e fotos:Eldem MartinsRoque Pinto, Zoraide e Francisco PintoZoraide e seu esposo Francisco PintoOs irmãos Roque e Francisco Pinto, proprietários das Farmácias São Paulo Distribuição de brindes
Grupo de Pagode Sempre Nós
Egberto (Itavidros) e Francisco Pinto
Marcelo, Marcílio e Roque Pinto
Marcelo, Fco. Pinto, Marcilio e Roque Pinto


Roque e Marcelo(Dist. Cariri) Marcelo e Marcilio Silva (Nova Dist.) e Valdecy (Rios Farma Distribuidora)
Roque Pinto atendendo cliente
Aglomeração na hora da compra - prestígio da população
Assis Alves (supervisor do grupo São Paulo)
Elias

Roque Pinto, Marcelo e Francisco exibem a motocicleta que será sorteada no dia das crianças



Empresário Nelson e Senhora Zoraide



Roque Pinto, Nelson e Fco. Pinto

Roque Pinto, Adalberto Montenegro e Francisco Pinto
Marcelo e componentes do Sempre Nós
Francisco Pinto, Assis Alves e Roque Pinto
Marcelo (gerente da loja de Itapipoca) e Assis Alves (supervisor do grupo São Paulo)

Funcionários e diretores da Farmácia São Paulo