Mostrando postagens com marcador Negócios. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Negócios. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 18 de julho de 2008

Maior prédio do mundo será inaugurado em 2009

O maior arranha-céu do mundo, atualmente em construção no emirado de Dubai, será concluído em setembro de 2009, não mais no fim de 2008, como era a previsão inicial, segundo a construtora afirmou ao jornal Gulf News.

» Veja fotos da maior torre do mundo
» Espanha terá hotel de 235 m de altura
» Hotel de US$ 45 mi "encalha" com proprietários
» Eike Batista investe em hotel de R$ 80 mi no Rio

As obras da Burj Dubai (torre de Dubai, em árabe) foram atrasadas devido à preparação do interior. Com 629 m de altura atualmente, a Burj Dubai já é o maior edifício construído até hoje no mundo. Em julho de 2007, superou a torre Taipé 101, que domina a capital taiwanesa com 508 m de altura.

No entanto, a empresa responsável pela construção ainda não divulgou qual será a altura final do arranha-céu, que pode ficar próximo dos 900 m.

A torre é o elemento central de um gigantesco projeto imobiliário de US$ 20 bilhões para a construção de um novo bairro em Dubai, que incluirá 30 mil apartamentos e o maior centro comercial do mundo.

Prédio mais alto inaugura em 2009

AFP
Emirados Árabes Unidos, 10/06/2008
A torre é o elemento central de um projeto imobiliário de US$ 20 bilhões. Leia mais
Fonte:terra.com.br

Trump anuncia venda da casa mais cara dos EUA

Em meio à crise de crédito imobiliário que atinge os Estados Unidos, o empresário Donald Trump conseguiu vender sua mansão em Palm Beach, na Flórida, por US$ 100 milhões (R$ 159 milhões), tornando-se a casa mais cara em território americano, segundo um porta-voz do empresário.

» Veja fotos da mansão vendida pelo Trump
» Árabes compram prédio por US$ 800 mi
» Maior prédio será inaugurado em 2009
» Abramovich compra casa mais cara

"Em uma época em que muitas pessoas estão sendo prejudicadas no mercado imobiliário, isso (a venda da mansão) mostra que você ainda pode se dar bem nesse mercado", disse Trump.

O bilionário russo Dmitry Rybolovlev adquiriu o residência de 5,5 mil m² com vista para o mar, que Trump havia reformado após comprar em 2004 por US$ 41 milhões.

Trump designou Kendra Todd, sua funcionária e vencedora do programa O Aprendiz, a fazer a reforma. Ela usou mármore e ornamentos em ouro em toda a mansão, inclusive nos banheiros.

O imóvel, chamado de Maison de L'Amitie, é na verdade um espaço com uma série de casas, que incluem closets e banheiros separados para homens e mulheres. Na entrada, os convidados são recebidos por uma fonte.

Fonte:Terra.com.br

segunda-feira, 23 de junho de 2008

Salário dos ricos é até 23 vezes maior que dos pobres, diz Ipea

De acordo com estudo, desigualdade cai no Brasil.Para Ipea, tendência é que diferença entre ricos e pobres continue diminuindo.
O presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Márcio Pochmann, apresentou nesta segunda-feira (23) um estudo que mostra a redução da desigualdade no país. Segundo os dados, a renda da parcela mais pobre da população cresceu 22% nos últimos cinco anos, enquanto a renda dos mais ricos cresceu 4,9%.
Pochmann avalia que os seqüentes reajustes do salário mínimo acima da inflação e os programas de transferência de renda tiveram impacto fundamental na redução da desigualdade. O estudo leva em conta apenas as seis principais regiões metropolitanas brasileiras (Recife, Salvador, São Paulo, Porto Alegre, Belo Horizonte e Rio de Janeiro). Nessas regiões, a renda dos mais ricos chega a ser 23,5 maior que a dos mais pobres. Mas essa diferença já chegou a ser de 27,3 em 2003.
"A base é a pesquisa de emprego do IBGE [Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística] em seis regiões metropolitanas, que representam 37,1% do PIB [Produto Interno Bruto] e 24,5% da população residente", disse o presidente do Ipea. Segundo ele, a pesquisa parcial antecipa o que está acontecendo em outras regiões do Brasil. "É uma boa amostra do que está acontecendo no país."
Editoria de Arte/G1
Índice Gini, que mede a desigualdade de um país, e varia de 0 a 1. Quanto mais perto de 1, maior a desigualdade; quando mais perto de zero, menor a desigualdade (Foto: Editoria de Arte/G1)
O levantamento feito pelo Ipea mostra a redução do índice de Gini. Esse índice, que mede a desigualdade de um país, varia de 0 a 1. Quanto mais perto de 1, maior desigualdade; quando mais perto de zero, menor desigualdade. Em 2002, o índice era de 0,53 ponto. No primeiro trimestre deste ano, o índice já havia recuado para 0,50 ponto.
Saiba mais

» Classe C agora tem mais brasileiros que classes D/E, diz pesquisa
» Aumento de servidores custa R$ 3,5 bilhões em 2008, diz Planejamento
» Diminui achatamento de salário nas novas contratações
Melhor desde 1960
Apesar de levar em conta apenas algumas regiões metropolitanas do país, essa é a melhor avaliação desde o início do levantamento, em 1960, quando o índice também ficou em 0,50. “É a primeira vez que vemos uma redução do índice de Gini mesmo com o crescimento econômico. Apesar da tendência de redução da desigualdade, ainda estamos no grupo de países em que o índice ficou acima de 0,45, uma diferença primitiva”, afirmou. Pochmann alertou que, apesar de haver uma melhor divisão da renda proveniente do trabalho, a massa total de rendimentos ainda tem uma participação pequena em relação ao PIB. Em 1995, 48,8% da riqueza do Brasil era composta pela renda da população. Em 2005, esse percentual recuou para 39,1%. “É necessário um conjunto de outras políticas para fazer os salários aumentarem sua participação na renda nacional [PIB]”, disse o presidente do Ipea. Ele defende que se faça isso por meio da tributação, tornando a cobrança de impostos progressiva para as maiores faixas de renda. Pochmann avalia ainda que a reforma tributária que está no Congresso é tímida em relação a esse ponto.
Leia mais notícias de Economia e Negócios
Fonte:G1.Globo