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terça-feira, 26 de maio de 2009

Selo Verde: inscrições prosseguem até sábado

As inscrições prosseguirão até o próximo dia 30 de maio (sábado) na sede do Conselho de Políticas e Gestão do Meio Ambiente (Conpam).

Já são 86 os municípios inscritos este ano no Programa Selo Município Verde, que está em sua sexta edição. As inscrições prosseguirão até o próximo dia 30 de maio (sábado) na sede do Conselho de Políticas e Gestão do Meio Ambiente (Conpam), (Rua Osvaldo Cruz, 2366 - Dionísio Torres) e pelo fax (85) 3101.1234 / 3101.1233.

Sob a coordenação da técnica Socorro Azevedo, o programa já realizou 19 seminários regionais no interior do estado com participação de 127 municípios cearenses. No próximo dia 29 de maio ocorrerá, em Fortaleza, na sede do Conpam, o último seminário que reunirá as 13 cidades que compõem a Região Metropolitana de Fortaleza juntamente com os outros 44 municípios que não participaram dos encontros quando de sua realização nas suas respectivas regiões.

O objetivo principal desses seminários é a mobilização e a sensibilização dos municípios para a participação no programa, que pretende identificar, anualmente, as cidades que atendam critérios de conservação e uso sustentável dos recursos naturais, promovendo melhor qualidade de vida para a população local.

O Programa Selo Verde, além de incentivar as municipalidades a implementarem políticas públicas ambientais, também procura inserir o meio ambiente dentro das discussões e preocupações de todas as instâncias da sociedade, por meio de reuniões de mobilização, de projetos de educação ambiental e da criação dos Conselhos Municipais de Defesa do Meio Ambiente (Comdema).

Assessoria de Imprensa do Conpam

Pedro Gomes de Matos (pedrogomesdematosneto@gmail.com / 3101.1234 - 9984.4440)

domingo, 14 de dezembro de 2008

Multas aplicadas pelo Ibama passam de R$ 3 bilhões em 2008

Desmatamento da Amazônia é crime mais autuado.
Valor supera em 38% o total de 2007.

Iberê Thenório Do Globo Amazônia, em São Paulo


Um relatório parcial das multas ambientais emitidas pelo Ibama aponta que as autuações realizadas entre 1º de janeiro e 8 de dezembro de 2008 já acumulam R$ 3,25 bilhões, distribuídos em 22.697 autos de infração. O valor supera em 38% o total de 2007, que foi de R$ 2,37 bilhões.

A maior parte do montante se refere a multas contra o desmatamento na Amazônia. Autuaçães por corte, armazenamento e transporte ilegal de madeira nessa região chegam a R$ 1,76 bilhões, correspondendo a 54% do total.

Foto: Ibama-MT / Divulgação

Maior parte dos R$ 3,35 bilhões de multas aplicadas em 2008 tem relação com corte, transporte ou armazenamento de madeira retirada ilegalmente da Amazônia. (Foto: Ibama-MT / Divulgação)

Segundo Roberto Borges, coordenador nacional das operações de fiscalização ambiental do Ibama, o órgão agiu de maneira mais rigorosa em 2008. “Buscamos tornar as autuações cada vez mais técnicas, usando imagens de satélites, por exemplo”, explica.

O Pará é o estado que acumula o maior valor em autuações, com R$ 601 milhões. Em segundo aparece Mato Grosso (R$ 599 milhões), seguido do Amazonas (R$ 455 milhões), Minas Gerais (R$ 432 milhões) e Rondônia (R$ 229 milhões).

De acordo com Borges, as autuações no estado mineiro também são relacionadas com o desmatamento na Amazônia. “Lá fizemos uma grande operação que foi o ‘Guardiões da Montanha’, que conseguiu obstruir a rota da madeira vinda da região Norte”, conta.

Arrecadação difícil

O valor total das autuações equivale a cerca de três vezes o orçamento do próprio Ibama. Um levantamento realizado pelo Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon) aponta, contudo, que uma parte muito pequena desse dinheiro realmente entrará nos cofres públicos.

Segundo o Imazon, o valor de multas arrecadado entre 2001 e 2004 equivaleu a apenas 2,5% do valor total das multas emitidas nesse período. Se o mesmo padrão se repetir em para as autuações de 2008, a União conseguirá arrecadar apenas R$ 81 milhões com as multas aplicadas.

Para o pesquisador Paulo Barreto, um dos autores do estudo, alguns avanços ocorridos em 2008 podem melhorar a arrecadação das multas. “Antes, havia quatro instâncias de defesa. Com um novo decreto, são duas instâncias. Isso pode tornar o processo mais rápido”, prevê.

O pesquisador adverte, contudo, que um dos principais gargalos para o pagamento das autuações é a falta de advogados no Ibama. “Uma coisa que poderia ser feita para acelerar a arrecadação seria enfocar os maiores casos. Todos os estudos que fazemos mostram que 80% do valor das multas estão em 20% dos casos”, revela.

Além das multas

Para Borges, do Ibama, não é apenas o valor das multas que serve para coibir os crimes ambientais. “Junto da multa temos o embargo da área, apreensão do produto ilegal, operação de retirada de cabeças de gado, apreensão de caminhões, de maquinário, e o próprio efeito dissuasivo de uma fiscalização”, defende.

Segundo o coordenador das operações, além das multas o Ibama tem tentado também retirar definitivamente os bens dos criminosos. “Com madeira apreendida já começou a funcionar, mas precisamos ampliar isso para tratores e caminhões utilizados de forma ilegal. Precisamos descapitalizar o criminoso”, afirma.

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Procuradores e promotores propõem 'Reforma Tributária Ambiental'

Juristas defendem taxas menores para produtos e atitudes ecológicas.
Grupo é formado por procuradores e promotores atuantes na Amazônia.
Iberê Thenório Do Globo Amazônia, em São Paulo

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Manifesto lançado por procuradores federais e promotores de justiça que atuam na Amazônia Legal traz idéias novas para a preservação da floresta: uma mudança nas regras dos impostos. O documento foi entregue nesta terça-feira (16) ao vice-presidente do Senado, Tião Viana (PT-AC).
A proposta do “Manifesto em defesa da Reforma Tributária Ambiental” é estimular produtos e atitudes ecológicas na região amazônica por meio da diminuição de encargos. O documento sugere que as alterações sejam incluídas na Proposta de Emenda Constitucional da Reforma Tributária, que tramita no Congresso.
“Diariamente tratamos a questão da proteção da Amazônia, e observamos que o esforço da preservação ambiental se concentra na criação de regras proibitivas e na fiscalização, que é falha. Falta estimular as pessoas a agirem de modo compatível com o interesse ambiental”, afirma o procurador da república Anselmo Cordeiro Lopes, um dos assinantes do manifesto.
Uma das idéias do documento é cobrar impostos mais baixos sobre os produtos que valorizam a floresta em pé, como o extrativismo e a agricultura familiar, ao mesmo tempo aumentando as taxas sobre atividades de impacto, como a exploração de madeira.
“Isso faz com que os investidores decidam agir da forma ambientalmente mais desejável, sem que seja necessário punir”, explica o procurador.
Para estimular a manutenção das áreas de mata dentro das propriedades particulares, o documento sugere a eliminação do ITR (Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural) e do IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) cobrado sobre as áreas verdes.
Outra proposta trazida pelos promotores e procuradores é um IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores) diferenciado para veículos que gerem impacto ambiental mínimo, como os movidos a energia elétrica ou solar.
O documento foi bem recebido no Senado: “Acho muito especial a visita dos procuradores da Amazônia porque temos, em regra, um romantismo que não é comprometido com resultados. Todo mundo quer preservar, mas não diz os caminhos, e aqui nós temos os caminhos”, afirmou Tião Viana à Agência Senado.
Para o procurador Anselmo Lopes, as mudanças sugeridas fariam com que mais áreas do governo se voltassem à Amazônia: “Quando se põe a tributação misturada com a questão ambiental, colocamos uma outra estrutura para a luta pelo meio ambiente: a Receita Federal, as receitas estaduais. São estruturas muito mais fortes do que o Ibama”, conclui.

Leia a íntegra do manifesto:


MANIFESTO EM DEFESA DA REFORMA TRIBUTÁRIA AMBIENTAL

Os cidadãos brasileiros ora signatários, comprometidos com a defesa, em todos os campos, do direito fundamental ao meio ambiente sadio e equilibrado e, em especial, empenhados na defesa da Floresta Amazônica, que é patrimônio do povo brasileiro;

CONSIDERANDO que o direito ao meio ambiente sadio e equilibrado é direito
fundamental difuso que deve ser protegido e efetivado por todos e, em especial, pelo Poder Público, em todas as suas esferas;

CONSIDERANDO que tem o Estado o dever de efetivar o direito fundamental ao meio ambiente, devendo lançar mão de todos os meios lícitos e eficientes destinados a essa efetivação;

CONSIDERANDO que cabe ao Estado não apenas realizar prestações materiais relativas a direitos fundamentais, mas também influenciar decisões dos agentes econômicos a fim de que estes adotem ações socioambientalmente conscientes;

CONSIDERANDO que um dos principais instrumentos de que dispõe o Estado para intervir nas decisões dos agentes econômicos é a tributação extrafiscal;

CONSIDERANDO que, em nossa ordem constitucional comprometida com a efetivação de direitos sociais e difusos, a extrafiscalidade legitima-se não somente por objetivos econômicos, como também por escopos sociais e ambientais;

CONSIDERANDO que a proteção ambiental via sistema tributário premia a precaução, a prevenção e a correção na origem das adversidades ambientais, contribuindo para a melhoria na qualidade de vida da população e, mais que isso, possibilitando o crescimento da economia com o respeito ao meio ambiente;

CONSIDERANDO que, com a aplicação dos instrumentos da política tributária, o Poder Público poderá arrecadar recursos e ainda orientar comportamentos de modo a realizar a justiça distributiva, investindo em bens essenciais ao desenvolvimento socioeconômico em bases sustentáveis e na proteção do meio ambiente;

CONSIDERANDO que as ações públicas que priorizem a redistribuição, a partir da
tributação ambiental, têm o mérito de beneficiar a todos indistintamente, o que é desejável para o bem da sociedade, consistindo numa forma de reduzir desigualdades e de democratizar o acesso às políticas públicas, o que concorre para a efetivação da justiça socioambiental;

CONSIDERANDO a tramitação no Congresso Nacional da Proposta de Emenda à
Constituição nº 233/2008, que trata da Reforma Tributária elaborada pelo Ministério da Fazenda e apresentada pela Presidência da República;

CONSIDERANDO que a referida PEC 233/2008 é absolutamente omissa na
reformulação de nosso sistema tributário constitucional no que tange a regras e princípios que direcionem a tributação à proteção do meio ambiente por ação dos agentes públicos e privados;

CONSIDERANDO, enfim, a urgência de aprovação de uma Reforma Tributária
Ambiental para o Brasil;

Vêm a público exercer sua cidadania e defender a introdução de regras na PEC 233/2008, a fim de que esta venha a significar também um efetiva proposta de Reforma Tributária Ambiental para o Brasil. Para tanto, defendemos a adoção das seguintes alterações em nosso Texto Constitucional:

I) Instituição de seletividade ambiental no regramento do IPI, do novo ICMS, do IVA-F, do II e do IE, bem como criação de imunidades sobre alguns produtos que se mostrem não-poluentes ou anti-poluentes e que sejam alternativos a produtos que gerem ou demandem significativa poluição;

II) Previsão de tributação diferenciada (em especial, em relação a tributos que incidem sobre a circulação econômica e sobre a propriedade rural) na Amazônia Legal, a fim de incentivar, no uso do solo rural, atividades que sejam socioambientalmente adequadas, como a atividade extrativista, a agricultura familiar e outras práticas sustentáveis, e desincentivar atividades econômicas socioambientalmente inadequadas para essa Região, como a exploração de madeira, a criação de gado em grandes propriedades e o cultivo de
soja, especialmente se o produto originário dessa região se destinar a Estados situados fora da Região Amazônica, ou ao exterior, isto é, se o produto for destinado ao mercado extraregional;

III) Determinação ao legislador ordinário do ITR e do IPTU para que deduza áreas verdes da base de cálculo desses impostos.

IV) Tratamento diferenciado, no campo do IPVA, para veículos automotores alimentados por combustíveis que não geram impacto ambiental, como a energia elétrica ou solar, bem como determinação da instituição pelos estados de alíquotas proporcionais à intensidade de poluição ambiental gerada pela queima do combustível que alimenta o motor do veículo;

V) Previsão de que a repartição de receita do ICMS entre os municípios seja feita com base em critérios ambientais, elevando-se ao altiplano constitucional a experiência do “ICMS Ecológico”, que logrou sucesso em diversos estados;

VI) Estabelecimento da repartição dos Fundos de Participação dos Estados – FPE – e dos Municípios – FPM – com base nos mesmo critérios do “ICMS Ecológico”.

A fim de apresentar à sociedade brasileira as mencionadas propostas, concebidas que foram por cidadãos seus, subscrevemo-nos.

Brasil, setembro de 2008.

AIDEE MARIA MOSER TORQUATO LUIZ
Promotora de Justiça em Rondônia

ALAN ROGÉRIO MANSUR SILVA
Procurador da República no Pará

ALEXANDRE ASSUNÇÃO SILVA
Procurador da República no Maranhão

ALEXANDRE CAMANHO DE ASSIS
Procurador Regional da República da 1ª Região

ÁLVARO LOTUFO MANZANO
Procurador da República no Tocantins

ANA PAULA CARNEIRO SILVA
Procuradora da República no Pará

ANDRÉ VIANA SAMPAIO
Procurador da República no Amapá

ANSELMO HENRIQUE CORDEIRO LOPES
Procurador da República no Acre

BRUNO ARAÚJO SOARES VALENTE
Procurador da República em Rondônia

DOUGLAS SANTOS ARAÚJO
Procurador da República no Amapá

DANIEL CÉSAR AZEREDO AVELINO
Procurador da República no Pará

DAYAN MOREIRA ALBUQUERQUE
Promotor de Justiça no Acre

ELIANA PERES TORELLY DE CARVALHO
Procuradora Regional da República na Primeira Região

FELÍCIO PONTES JÚNIOR
Procurador da República no Pará

FERNANDO JOSÉ PIAZENSKI
Procurador da República no Acre

FREDERICO AUGUSTO DE MORAIS FREIRE
Promotor de Justiça no Pará

GUSTAVO DE CARVALHO FONSECA
Procurador da República no Mato Grosso

GUSTAVO DE CARVALHO GUADANHIN
Procurador da República no Amazonas

IGOR NERY FIGUEIREDO
Procurador da República no Pará

IVANA CEI
Promotora de Justiça no Amapá

JOSÉ CARDOSO LOPES
Procurador da República no Amapá

JOSÉ MARIA DA SILVA JÚNIOR
Promotor de Justiça em Tocantins

LÉA CRISTINA MOUZINHO DA ROCHA
Promotora de Justiça no Pará

LUIS FERNANDO CABRAL BARRETO JÚNIOR
Promotor de Justiça no Maranhão

MANOEL VICTOR SERENI MURRIETA
Promotor de Justiça no Pará

MARCO AURÉLIO RIBEIRO
Promotor de Justiça no Acre

MARCOS ANTÔNIO GALINA
Promotor de Justiça no Acre

MARCUS VINICIUS AGUIAR MACEDO
Procurador da República no Acre

MARIA CLARA BARROS NOLETO
Procuradora da República no Amazonas

MARINA SÉLOS FERREIRA
Procuradora da República no Amazonas

MERI CRISTINA AMARAL GONÇALVES
Promotora de Justiça no Acre

NELMA ARAUJO MELO DE SIQUEIRA
Promotora de Justiça no Acre

PATRÍCIA DE AMORIM RÊGO
Procuradora de Justiça no Acre

PAULO HENRIQUE BRITO
Procurador da República no Acre

RAFAEL ANTONIO BARRETTO DOS SANTOS
Procurador da República no Mato Grosso

RAIMUNDO MORAES
Promotor de Justiça no Pará

RAQUEL CRISTINA SILVESTRE
Procuradora da República no Amazonas

RHAYSSA CASTRO SANCHES
Procuradora da República em Rondônia

RITA DE CÁSSIA NOGUEIRA LIMA
Promotora de Justiça no Acre

RODRIGO DA COSTA LINES
Procurador da República no Amazonas

ROMEU CORDEIRO BARBOSA FILHO
Promotor de Justiça no Acre

SABRINA MENEGÁRIO
Procuradora da República no Amapá

VANESSA CRISTHINA MARCONI ZAGO RIBEIRO
Procuradora da República no Mato Grosso
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18:55 | Amazonia
Baleia que entrou em rio no Pará é resgatada e levada para alto-mar

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Operação para retirada de baleia de rio do PA continua

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sábado, 13 de setembro de 2008

Nova Atlântida inicia Campanha de Preservação Ambiental com professores e alunos da rede pública

Objetivando integrar o Homem com o Meio Ambiente o Empreendimento Hoteleiro Cidade Nova Atlântida promoveu nos dias 11 e 12 de setembro a primeira Campanha de Preservação do Meio Ambiente. Este evento foi realizado nas dependências do empreendimento turístico no distrito de Marinheiro Município de Itapipoca distante 120 km de Fortaleza e contou com a presença de 175 alunos e professores da rede de ensino municipal e estadual do município. Dentre as escolas convidadas estava EEB. Vicente Praciano Sampaio da comunidade de Pracianos e EEB. José Maria da Silveira (Praia da Baleia).

Os participantes assistiram palestras ministradas pelo diretor administrativo do Grupo, Sr. Flávio Costa que falou do objetivo do Programa, enquanto o Coordenador Técnico Jailson Sousa fez uma explanação geral das atividades da empresa no desenvolvimento tecnológico para a produção de plantas que estão sendo usadas no reflorestamento da área da Cidade Nova Atlântida.

Entre outros conhecimentos, os alunos aprenderam que o homem, ao produzir ciência e tecnologia para suprir suas necessidades aumenta o consumo e, com o aumento da população e com a industrialização, é fundamental preservar o meio ambiente. Receberam também, instruções de como se deve semear e plantar bem, para ter uma boa árvore. Eles observaram também a produção de árvores que estão em fase de extinção como o cedro, ipê e pau branco, madeiras nobres que são usadas na fabricação de móveis.

O ponto alto do evento foi à visita ao mangue às margens do Rio Mundaú, totalmente preservado com lindas árvores com suas raízes exóticas que se entrelaçam formando uma barreira quase que intransponível. No local, alunos e professores passaram a ter conhecimento sobre o mangue e suas funções em relação ao Meio Ambiente e o homem.

Dentre os vários depoimentos podemos citar o da professora Francisca Praciano que enalteceu o trabalho desenvolvido pela Nova Atlântida junto às comunidades de Buriti e Sítio São José, tanto na parte humanística como ambiental e ficou surpresa com o que viu, pois não tinha conhecimento do avanço tecnológico usado na área e dos reais objetivos desta empresa. E mais, antigos alunos seus hoje são monitores dentro do empreendimento e deram-lhe uma aula espetacular de preservação ambiental.

Nestes dois dias professores e alunos se identificaram como parte integrante da natureza, percebendo que suas ações e atitudes pessoais são fundamentais para que as pessoas se conscientizem da necessidade de preservação ambiental para a vida da comunidade e de cada indivíduo. Ao final de cada visita todos que lá estavam receberam mudas de plantas de diversos tipos e prometeram colaborar na forma de multiplicadores.

Ressalta-se, portanto, que a Cidade Turística Nova Atlântida está orçada em R$10bilhões e será implantada numa área de 3,1 mil hectares na Praia da Baleia e em breve serão construídos 05 hotéis de luxo, 14 resorts, 06 condomínios residenciais e 03 campos de golfe de tamanho oficial. Vale salientar que o complexo turístico já conta com a aprovação ambiental da Superintendência Estadual do Meio Ambiente (SEMACE) e tem como objetivo desenvolver a área com sustentabilidade. Para tanto, destinou mais de 30% da propriedade para preservação ambiental, além da conservação e melhoria da infra-estrutura local.

Eldem Martins

terça-feira, 9 de setembro de 2008

Nova Atlântida inicia Campanha de Preservação do Meio Ambiente

A Cidade Turística Nova Atlântida promove de quinta-feira, 11/9, a sexta-feira, 12/9, a primeira Campanha de Preservação do Meio Ambiente para alunos do ensino fundamental e médio no município de Itapipoca. A expectativa é receber cerca de 200 estudantes e professores das escolas de comunidades na Praia da Baleia e na Vila do Praciano. Eles assistirão a palestras sobre preservação da fauna e flora do local e como o empreendimento cuida do meio ambiente. Em seguida, visitarão os viveiros de mudas nativas para aprender técnicas de plantio e conhecerão as áreas de reflorestamento e preservação de mangues. Por fim, receberão mudas que poderão ser plantadas em suas casas.

Na próxima semana os alunos vão desenvolver atividades na sala de aula. Os educadores receberão cartilhas sobre plantio das mudas e preservação da natureza para desenvolver atividades multidisciplinares. De acordo com o coordenador do projeto, Flávio Costa, a idéia é realizar também outras ações de conscientização da população em outras escolas da região. “Já havíamos realizado reuniões com grupos das comunidades locais, mas essa é a primeira vez que reunimos estudantes, pois acreditamos que eles são agentes multiplicadores na comunidade”, explica Flávio.

Orçado em R$ 10 bilhões, o empreendimento será implantado em uma área de 3,1 mil hectares na Praia da Baleia, em Itapipoca, onde serão construídos 13 hotéis cinco estrelas, 14 resorts, seis condomínios residenciais e três campos de golfe de tamanho oficial. O complexo turístico já conta com a aprovação da Superintendência Estadual do Meio Ambiente (SEMACE) e tem como objetivo desenvolver a área com sustentabilidade. Para tanto destinou mais de 30% da propriedade para preservação ambiental, além da conservação e melhoria da estrutura local.

Assessoria Imprensa

Lumina7 Comunicação

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

01/09/08 - 12h05 - Atualizado em 01/09/08 - 12h27

Furacão Gustav atinge a costa dos EUA na Louisiana, a 110 km de Nova Orleans

Fenômeno atingiu o continente próximo à cidade de Cocodrie.
Com chuvas fortes, Nova Orleans já tem cortes na energia elétrica.

Do G1, com agências internacionais

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O furacão Gustav chegou nesta segunda-feira (1) à costa norte-americana, segundo o Centro Nacional de Furacões no país.

O fenômeno tocou a costa por volta das 12h de Brasília, próximo à cidade de Cocodrie, na Louisiana.

O centro da tormenta está cerca de 110 quilômetros distante de Nova Orleans. O furacão desloca-se a 24 quilômetros por hora, com ventos máximos sustentados de 175 quilômetros por hora.

As fortes ondas já começaram a bater nas barragens de Nova Orleans, mas as autoridades acreditam que elas vão resistir à força da água.

Gustav perdeu força na manhã de segunda antes de chegar à costa, virando um furacão de categoria dois, na escala Saffir-Simpson que vai até cinco.

Saiba como se forma um furacão

Segundo a agência de notícias France Presse, ele ainda representa uma ameaça séria às regiões atingidas.


Gustav se mantinha como um furacão de categoria três até esta manhã, com ventos máximos sustentados de 185 km/h.

Veja fotos dos locais atingidos por Gustav

Em seu boletim das 8h, o NHC informou que algumas regiões da Louisiana já sentem ventos com força de furacão e espera-se que Gustav gere graves inundações e uma grande ressaca no mar.

Relatos de cortes na energia elétrica a leste de Nova Orleans começaram a chegar após o início das chuvas.

Leia também: Furacão Gustav 'abrevia' convenção republicana

Leia também: Gustav vai testar defesas pós-Katrina em Nova Orleans

Alarmado com a chegada do Gustav, o governador da Louisiana, Bobby Jindal, emitiu um alerta de última hora para os moradores que ainda se encontravam na região.

Milhares de pessoas fugiram de Nova Orleans, neste domingo, que se transformou em uma "cidade fantasma". A região foi ainda se recupera do furacão Katrina, que em 2005 deixou 1.500 mortos.

O subdiretor da Agência Federal para a Gestão de Emergências (Fema, em inglês) dos EUA, Harvey Johnson, disse que Gustav será "catastrófico" ao atingir a Louisiana.

Segundo os cálculos da Fema, cerca de 10 mil pessoas decidiram permanecer na área de Nova Orleans.

O subdiretor afirmou que a força de Gustav é tal que provocará inundações, pelo menos parciais, na cidade, que foi devastada há três anos pelo furacão Katrina.

Johnson afirmou que há comida, água, gelo e outros materiais suficientes para abastecer 1 milhão de pessoas nos próximos três dias.

Caribe

Em sua passagem pelo Caribe, o Gustav deixou pelo menos 81 pessoas mortas no Haiti, Jamaica e República Dominicana.Na Isla de la Juventud, em Cuba, há muitas pessoas feridas, segundo a agência de notícias Associated Press. Gustav atingiu o país com categoria quatro e ventos de 230 km/h.

Veja quais foram os piores desastres naturais da história

Cerca de 250 mil pessoas deixaram suas casas na região. Quando voltaram dos abrigos, os cubanos encontraram casas destruídas, postes no chão e inundações. Nenhuma morte foi reportada.

Hanna

Enquanto isso, a tempestade tropical "Hanna" se movimenta para o oeste, em frente à costa norte de Porto Rico, e as previsões indicam que também poderia atingir nos próximos dias o litoral norte de Cuba. Esta tempestade tropical se desloca a 19 km/h e seus ventos máximos sustentados são de 85 km/h.

Os meteorologistas cubanos prevêem que nas próximas 12 a 24 horas Hanna se movimentará entre o oeste e o noroeste, "com possibilidades em ganhar em organização e intensidade".

Ike

Uma nova depressão tropical formou-se nesta segunda-feira (1) entre a África e as ilhas Leeward, enquanto o furacão Gustav atingia a costa norte-americana após ter causado destruição no Caribe e a tempestade tropical Hanna movia-se a leste de Miami, na Flórida.

A depressão que deve ser batizada de Ike quando seus ventos atingirem velocidade de 64 quilômetros por hora, segundo o Centro Nacional de Furacões dos EUA.

segunda-feira, 28 de julho de 2008

Montanha nos EUA fica cada vez mais gelada



Você já cansou de ouvir que as ações do homem estão provocando a elevação da temperatura no planeta. Mas, estranhamente, existe um lugar nos Estados Unidos onde acontece o contrário!


Cada gota derramada é um sinal do aquecimento.
A corredeira formada pelo degelo agora se transforma em rio e desce velozmente pela grande montanha. Mas ninguém lamenta. O derretimento é mais do que natural, completamente esperado em uma época em que a temperatura passa de 20º C. Afinal, é verão na Califórnia.
O que ninguém imaginava é que, apesar do aquecimento global, o Monte Shasta ficaria, ano após ano, cada vez mais gelado.
O sol apareceu às 6h e a gente começou a caminhada. Duas horas depois, a lua desapareceu e o chão de pedras deu lugar a um enorme tapete branco. São nossos primeiros passos na neve. A caminhada até o topo leva um dia inteiro. É preciso mais um para voltar. O Monte Shasta tem 4.322 metros. De acordo com a mitologia indígena da região, as geleiras são as marcas deixadas pelos pés de Deus em um dia em que ele desceu à Terra.
E as "pegadas divinas" estão cada vez maiores. Algumas geleiras praticamente dobraram de tamanho nos últimos 60 anos. A maior delas, que tinha pouco mais de três quilômetros, ficou 900 metros mais extensa e aumenta 15 metros por ano.
O aumento da quantidade de gelo no Monte Shasta, em um momento em que grande parte das geleiras do planeta está em processo de derretimento, é o resultado de uma raríssima combinação de fatores. No fim das contas, uma conseqüência, justamente, do aquecimento global.
A temperatura do Oceano Pacífico, quase dois graus mais quente do que há apenas 60 anos, faz evaporar uma quantidade cada vez maior de água. A nuvem viaja pelo continente e quando chega ao cume do Monte Shasta, no inverno, esbarra com uma temperatura em torno de -15º C. O resultado é um volume de neve 20% maior. Foi o que concluiu a equipe de Sláwek Tula-Tchék na Universidade da Califórnia, em Santa Cruz.
“É certamente uma notícia boa para essa região. O Monte Shasta fornece muita água e mantém um ecossistema importante. Mas não dá para dizer se é bom ou ruim do ponto de vista do aquecimento global. O mais importante é mostrar que a natureza reage de maneira diferente às mudanças climáticas em cada parte do planeta”, explica o pesquisador.
Isso, segundo o pesquisador, significa que devemos também agir de maneira diferente em cada região. Mas, se nada for feito, é possível que as geleiras do Monte Shasta não tenha forças para resistir. Os cálculos matemáticos mostram que se o planeta continuar esquentando desse jeito nem toda a neve do inverno vai ser capaz de compensar o derretimento de verões cada vez mais quentes.
Seguindo o ritmo atual, em algumas décadas, as geleiras que hoje causam surpresa pelo crescimento acelerado devem começar a diminuir. E no fim do século, o monte gelado seria só uma pequena ponta de esperança derretida. Mas a expectativa do pesquisador e certamente de todos nós é mais um reviravolta no curso da história, certamente, a favor da natureza.

quinta-feira, 24 de julho de 2008

Incidente em usina nuclear na França deixa 126 funcionários contaminados

Reuters

Grupo denuncia aumento nos casos de contaminação nuclear na França

Em 15 dias, incidentes teriam contaminado 126 funcionários em 4 usinas do país.
Estatal atômica francesa minimizou impacto do caso mais recente, em Tricastin.
Da Reuters, em Paris entre em contato

Foto: AFP
AFP
Foto de 9 de julho da usina de Tricastin, na cidade francesa de Bollene. (Foto: AFP)

Muitos funcionários de instalações nucleares da França estão sendo contaminados por pequenas doses de radiação, afirmou nesta quinta-feira (24) um grupo independente que avalia a segurança do setor.

A declaração foi feita um dia depois de um incidente nuclear ter ocorrido em Tricastin, no sudoeste do território francês.

A Comissão Independente de Pesquisa e Informação sobre a Radiatividade (Criirad) também disse que uma quantidade crescente de funcionários de instalações nucleares passou a reclamar da degradação de suas condições de trabalho e do provável impacto disso sobre a segurança.

"Em menos de 15 dias, o Criirad foi informado de quatro problemas de funcionamento em quatro usinas nucleares, eventos esses que provocaram a contaminação acidental de 126 funcionários", afirmou em entrevista à Reuters Corinne Castanier, chefe da entidade.

"Esta é a primeira vez em que vejo tantas pessoas sendo contaminadas em um período de tempo tão curto."

Contando apenas a quarta-feira, cerca de cem funcionários da usina nuclear de Tricastin, no sul da França, foram contaminados por pequenas doses de radiação.

O incidente ocorreu depois de um outro semelhante, este do dia 7 de julho, no mesmo local. O cenário abalou a confiança da opinião pública sobre a segurança do setor nuclear francês, o maior da Europa, no momento em que o presidente da França, Nicolas Sarkozy, promete ampliá-lo.

A entidade governamental de segurança atômica, ASN, disse que em 2007 menos de cem funcionários foram contaminados por radiação na França, país cujo setor nuclear produz 80% da energia consumida.

O Criirad também criticou a estatal atômica EDF por dizer que o caso mais recente de contaminação não teria impacto sobre a saúde das pessoas ou sobre o meio ambiente porque as descargas de radiação haviam ficado abaixo dos limites fixados segundo padrões internacionais.

"Os limites regulatórios para radiação não significam que não haja um risco, mas dizem respeito ao máximo de risco que se pode permitir", afirmou o Criirad em um comunicado divulgado por meio de seu site, na quinta-feira.

O grupo nasceu em 1986 com o intuito de avaliar de forma independente o setor nuclear da França depois de o governo ter afirmado, erroneamente, que a nuvem radioativa vinda de Chernobyl havia parado na fronteira italiana e que a população não precisava adotar medidas de segurança.

Castanier acrescentou que a moral do corpo de funcionários das usinas nucleares encontrava-se em um patamar bastante baixo e que o número de ligações recebidas por seu grupo havia subido muito no último ano.

Os telefonemas partiram de funcionários permanentes e temporários de usinas nucleares que informaram o Criirad sobre a degradação das condições de trabalho.

As pressões aumentam acentuadamente durante os períodos de manutenção dos reatores nucleares, que foram reduzidos de maneira significativa, acrescentou o Criirad.

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Fonte:G1

terça-feira, 8 de julho de 2008

Minc anuncia para próxima semana operação na Amazônia

Ele disse apenas que ação será no combate ao desmatamento.Ministro disse que Ibama e Polícia Federal estão envolvidas.

O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, revelou nesta terça-feira (8) que na próxima semana participará de uma ação com a Polícia Federal e o Ibama na região amazônica. Ele não deu detalhes, apenas disse que é uma ação contra o desmatamento.

“Na próxima semana eu vou participar de operações pesadas do Ibama na Amazônia. Ainda esse mês vocês verão operações importantes onde foi detectado desmatamento na região. A operação conta com a participação da Polícia Federal”, contou.

Ele reconheceu também que novos dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) sobre o desmatamento no Brasil em maio já estão prontos e estão de posse da Casa Civil.

“Eu tive acesso aos dados e eles apontam uma redução do desmatamento, mas quem pode fazer comparações é o próprio Inpe. Os dados estão sendo analisados pela Casa Civil e pela Embrapa”, disse Minc. Ele disse que ainda não conversou com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre o levantamento.

Fonte:G1.com.br

terça-feira, 24 de junho de 2008

Devastação da Amazônia cresceu 19%

Segundo pesquisadores, em maio, 19% do desmatamento ocorreu em locais de proteção. Levantamento da Ong Imazon aponta que Pará foi o estado que mais desmatou.
Um relatório do Instituto do Homem e do Meio Ambiente na Amazônia revelou que o desmatamento aumentou nas áreas de preservação ambiental. O Pará foi o estado que mais desmatou. Veja o site do Jornal Nacional A Ong Imazon analisou imagens de satélite dos nove estados que possuem trechos da Floresta Amazônica . O número mais assustador do estudo é sobre a devastação em áreas de preservação ambiental. Os pesquisadores afirmam que, em maio, 19% do desmatamento na Amazônia ocorreu em unidades de preservação.
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» Mais de seis mil árvores são cortadas em fazenda no PR
» Multas a fazendas que desmatam no Pará somam R$ 82,8 milhões
No entanto, os dados revelam que, no mês de maio, o desmatamento foi de 294 quilômetros quadrados, o que representa uma queda de 26% em relação a maio do ano passado. O Pará foi o estado que mais desmatou, com o equivalente a 60% do total. Os três municípios recordistas são paraenses: Altamira (PA), que destruiu 76,57 quilômetros quadrados de floresta, Novo Progresso (PA), que desmatou 63,55 quilômetros quadrados, e Itaituba, que destruiu 15,79 quilômetros quadrados de mata. São reservas e parques que deveriam estar protegidos. “Essas áreas já não estão mais imunes ao desmatamento e isso é preocupante porque elas foram criadas como garantias de que se manteriam intactas. E tem obviamente um desafio ao estado de direito, um desafio ao governo por parte dessas pessoas que estão desmatando, avisando claramente que não vão respeitar nem sequer as reservas ambientais”, afirmou o pesquisador da Imazon, Adalberto Veríssimo. A Floresta Nacional do Jamanxim em Novo Progresso, no sudoeste do Pará, foi a mais atacada. Na reserva, foram derrubados 35 quilômetros quadrados de mata. Segundo o Ibama no Pará, a responsabilidade pela área é do Instituto Chico Mendes, mas o Ministério do Meio Ambiente determinou que agentes do Ibama intensifiquem a fiscalização na região. “Nós não temos que criar menos unidades de conservação, nós temos que equipá-las com mais gente e com mais mecanismos de proteção. Temos que criar na região atividades sustentáveis ligadas ao econegócio e ao manejo sustentável, para a população local viver com dignidade, sem destruir a biodiversidade”, disse o ministro Carlos Minc.
Fonte: G1.globo.com

quarta-feira, 4 de junho de 2008

Desmatamento da Amazônia: números de março e abril

Março de 2008 Total desmatado - 145 km2 DESMATAMENTO POR ESTADO
MT - 112,4 km2 RR - 18,8 km2 MA - 12,2 km2 PA - 1,9 km2 TO - 0,5 km2 No período, 78% da Amazônia Legal estava coberta por nuvens Percentual de cobertura de nuvem pelo território de cada Estado AC - 92% AM - 81% AP - 99% MA - 49% MT - 69% PA - 95% RO - 96% RR - 23% TO - 52%
Abril de 2008 Total desmatado - 1.123 km2 DESMATAMENTO POR ESTADO
MT - 794,1 KM2 RR - 284,8 KM2 RO - 34,6 KM2 AM - 8,4 KM2 PA - 1,3 KM2 AC - 0,7 KM2 No período, 53% da Amazônia Legal estava coberta por nuvens Percentual de cobertura de nuvem pelo território de cada Estado AC - 53% AM - 53% AP - 94% MA - 76% MT - 14% PA - 89% RO - 5% RR - 18% TO - 39%
Fonte: Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais)