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sábado, 2 de agosto de 2008

Dilma participa de ato de campanha do PT em Porto Alegre

Ministra esteve no lançamento oficial da campanha de Maria do Rosário.
Ministro Tarso Genro e presidente da Câmara também compareceram.

Do G1, com informações do ClicRBS


Ministra Dilma Roussef (dir.) e a candidata Maria do Rósário em Porto Alegre (Foto: Valdir Friolin / Agência RBS)

A ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, entrou na campanha eleitoral na noite desta sexta (1) ao participar como cabo eleitoral do lançamento oficial da campanha da candidata do PT à Prefeitura de Porto Alegre, deputada Maria do Rosário.

O ato, no Centro de Eventos do Parque Maurício Sirotsky Sobrinho, em Porto Alegre, também teve a presença do ministro da Justiça, Tarso Genro, do presidente da Câmara dos Deputados, Arlindo Chinaglia (PT-SP) e do ex-governador do Rio Grande do Sul Olívio Dutra.

Por volta das 21h25, Dilma fez um discurso de cerca de dez minutos, no qual falou sobre as realizações do governo federal.

"Agora os pobres deste país têm vez, as mulheres têm vez, os povos indígenas têm vez. Defendemos todas as políticas para melhorar as condições de vida de todas as cidades do Brasil porque somos um governo comprometido com a inclusão social, gerando emprego e renda", afirmou a ministra.

Ela defendeu o voto em Maria do Rosário como forma de dar continuidade "ao projeto transformador do governo federal".

O presidente Lula liberou os ministros para a campanha eleitoral, mas pediu a eles que não se envolvam em polêmicas, principalmente em cidades onde há mais de um candidato de partidos integrantes da base aliada no Congresso.

Fonte: G1.com.br

quarta-feira, 30 de julho de 2008

TSE vai usar 480 mil urnas eletrônicas nas eleições

Número representa aumento de 15,2% com relação a 2004.
Em 2006, número foi de 432.630 urnas.

Do G1, em São Paulo

O Tribunal Superior Eleitoral comunicou que vai aumentar para 480 mil as urnas eletrônicas que serão utilizadas nas próximas eleições.

O número representa um aumento de 9,8% com relação a 2006, quando foram usadas 432.630 urnas, e de 15,2% se comparado a 2004, ano das últimas eleições municipais.
“O que interfere na quantidade de urnas usadas é o número de seções eleitorais, que acompanha o aumento da população”, disse o secretário de tecnologia da informação do TSE, Giuseppe Janino, ao TRE-PE.

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Histórico de Eleições municipais
  1. Rio, SP e AL vão ter o maior número de eleitores por mesário nas eleições

    Na média, o mesário do Paraná terá a menor quantidade de eleitores. Média do país é de um mesário para cada 77 eleitores.

  2. Aos 77 anos, mesário mais antigo do país vai como voluntário para outra eleição

    José Carlos Mello Rocha trabalha para a Justiça Eleitoral desde 1945. O pior, segundo ele, é suportar o 'barulhinho' das urnas eletrônicas.

  3. Eleições na Bahia vão custar mais de R$ 12,5 milhões

    O estado tem 9.153.703 eleitores. Salvador tem 880 candidatos concorrendo ao cargo de vereador.

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quinta-feira, 24 de julho de 2008

TSE fornece relação do eleitorado da 17ª Zona eleitoral - Itapipoca

Estatística do Eleitorado por Sexo e Faixa Etária

Município ITAPIPOCA – CE 17ª Zona Eleitoral

Junho / 2008

Faixa Etária

Masculino (M)

%M/T

Feminino(F)

%F/T

16 anos

527

46.76

600

53.24

17 anos

766

51.17

731

48.83

18 a 20 anos

3.272

50.3

3.233

49.7

21 a 24 anos

4.417

49.03

4.592

50.97

25 a 34 anos

9.151

49.77

9.237

50.23

35 a 44 anos

6.481

48.63

6.838

51.31

45 a 59 anos

6.376

48.64

6.719

51.26

60 a 69 anos

2.707

48.88

2.828

51.07

70 a 79 anos

1.672

48.82

1.749

51.07

79 anos...

1.025

50.79

990

49.06

TOTAL (TT)

36.394

49.22

37.517

50.74

Total geral do eleitorado 73.943 -

População de Itapipoca (Dados do IBGE): 107.281

Fonte: tse.gov.br

terça-feira, 22 de julho de 2008

Veja o mapa político das capitais brasileiras

PT é o partido que comanda mais capitais: oito.

PMDB governa em cinco cidades e PSB, em quatro.

O PT é o partido que governa o maior número de capitais brasileiras: Rio Branco (AC), Macapá (AP), Fortaleza (CE), Vitória (ES), Belo Hozironte (MG), Recife (PE), Porto Velho (RO) e Palmas (TO). O segundo é o PMDB, que comanda cinco: Salvador (BA), Goiânia (GO), Campo Grande (MS), Porto Alegre (RS) e Florianópolis (SC).

Confira abaixo o mapa político das capitais brasileiras.

O PSB é o terceiro partido com maior número de prefeituras de capitais: Manaus (AM), João Pessoa (PB), Natal (RN) e Boa Vista (RR).

Base aliada

Os partidos que integram a base do governo Luiz Inácio Lula da Silva no Congresso detêm 21 das prefeituras das 26 capitais brasileiras. Os partidos são PT (com 8), PMDB (5), PSB (4), PC do B (1), PDT (1), PP (1) e PTB (1).

Fonte G1.com.br

Capitais concentram mais de 40% do eleitorado em cinco estados

André Luís Nery Do G1, em São Paulo

Em cinco dos 26 estados a capital local concentra mais de 40% do eleitorado do estado, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A maior concentração é em Roraima - Boa Vista soma 159.076 (64,2%) dos 247.792 eleitores do estado.

Na seqüência, aparecem três capitais de estados da região Norte. Macapá possui 56,97% do total de votantes do Amapá. Manaus soma 55,36% dos eleitores do Amazonas, enquanto Rio Branco totaliza 45,5% do Acre.
Em Macapá, estão 219.241 dos 384.825 votantes do Amapá. Manaus totaliza 1.056.277 dos 1.907.842 aptos a votar no Amazonas. Já em Rio Branco votam 201.620 dos 443.148 eleitores acreanos.

A outra unidade da federação que tem mais de 40% dos votantes na capital é o Rio de Janeiro. Na capital fluminense, estão 40,67% dos eleitores do estado. São 4.579.365 entre os 11.259.336 aptos a votar nas eleições deste ano.
Menor
A capital que tem a menor participação no conjunto de eleitores do estado é Florianópolis, que soma 6,9% dos votantes catarinenses. Na seqüência, vem Vitória, que concentra 9,99% dos eleitores capixabas.

Belo Horizonte tem 1.772.234 eleitores, o que representa 12,6% do total de Minas Gerais. Porto Alegre totaliza 1.038.885 (13,11% do estado). Depois, surge Palmas, que soma 127.107, ou 13,72% dos aptos a votar no Tocantins.

Capitais Eleitores Estados Eleitores Capital x estado
Florianópolis 301.967 Santa Catarina 4.354.195 6,9%
Vitória 243.778 Espírito Santo 2.441.071 9,99%
Belo Horizonte 1.772.234 Minas Gerais 14.070.606 12,6%
Porto Alegre 1.038.885 Rio Grande do Sul 7.925.459 13,11%
Palmas 127.107 Tocantins 926.725 13,72%
São Luís 636.916 Maranhão 4.159.572 15,31%
João Pessoa 443.777 Paraíba 2.655.370 16,71%
Curitiba 1.254.776 Paraná 7.299.999 17,19%
Recife 1.108.385 Pernambuco 6.067.589 18,27%
Cuiabá 368.189 Mato Grosso 1.993.134 18,47%
Salvador 1.747.280 Bahia 9.153.703 19,09%
Belém 961.232 Pará 4.515.115 21,29%
Goiânia 843.542 Goiás 3.873.542 21,78%
Teresina 490.585 Piauí 2.186.386 22,44%
Natal 498.870 Rio Grande do Norte 2.172.629 22,96%
Porto Velho 253.333 Rondônia 1.028.625 24,63%
Maceió 504.642 Alagoas 1.976.838 25,53%
Aracaju 356.796 Sergipe 1.369.639 26,05%
Fortaleza 1.486.511 Ceará 5.631.557 26,4%
São Paulo 8.198.301 São Paulo 29.143.392 28,14%
Campo Grande 509.910 Mato Grosso do Sul 1.617.740 31,52%
Rio de Janeiro 4.579.365 Rio de Janeiro 11.259.336 40,67%
Rio Branco 201.620 Acre 443.148 45,5%
Manaus 1.056.277 Amazonas 1.907.842 55,36%
Macapá 219.241 Amapá 384.825 56,97%
Boa Vista 159.076 Roraima 247.792 64,2%

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domingo, 20 de julho de 2008

Justiça recebe pedidos de impugnação de quatro candidatos a prefeito do Rio

Jandira, Crivella, Eduardo Paes e Solange Amaral serão notificados.
Vice de Solange Amaral e dois vereadores também são alvos de pedidos.

Aluizio Freire Do G1, no Rio

O Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RJ) divulgou nesta quinta-feira (17) que recebeu ações de impugnação de sete candidatos, entre prefeitos, vices e vereadores.

Marcelo Crivella (PRB), Jandira Feghali (PC do B), Solange Amaral e o candidato a vice Pedro Henrique Fernandes, da coligação "Experiência e Sensibilidade para Mudar o Rio" (DEM/PTC/PMN), Eduardo Paes (PMDB), além de dois candidatos a vereador vão ser notificados e terão agora sete dias para apresentar a defesa à juíza da 228ª Zona Eleitoral, Ana Lúcia Vieira do Carmo.
A juíza vai avaliar se há a necessidade de uma fase de instrução ou se envia as impugnações diretamente ao Ministério Público Eleitoral, que faz o parecer em até 48 horas.
O PT do B e o candidato a prefeito do partido, Vinícius Cordeiro, ajuizaram ção impugnação contra o registro de candidatura do Marcelo Crivella (PRB) e Jandira Feghali (PC do B) porque os dois candidatos não teriam formalizado a coligação e escolhido o vice dentro do prazo legal.

Solange Amaral foi questionada pela existência de ação civil pública por ato de improbidade administrativa, ajuizada pelo Ministério Público Estadual.

Já o candidato a vice na chapa de Solange Amaral, Pedro Henrique Fernandes, é acusado de ter exercido a função de secretário municipal do Meio Ambiente mesmo após a exoneração, quando teria assinado diversos despachos e atos administrativos.
O candidato do PT do B, Vinícius Cordeiro, que é especialista em direito eleitoral, pediu ainda o indeferimento da candidatura de dois vereadores do PMDB e do PV.
A coligação "Experiência e Sensibilidade para Mudar o Rio" ajuizou a ação de
impugnação do candidato Eduardo Paes (PMDB), porque o lançamento da candidatura teria ocorrido após o término do prazo de desincompatibilização.
Paes, ao saber da ação, na noite de quarta-feira (16), afirmou: "Não perderei um minuto do meu tempo com esse jogo de tapetão".
O advogado de Jandira Feghali, Luiz Paulo Viveiros de Castro, ironizou: "Papel aceita tudo, e bobagem não paga imposto".
A candidata Solange Amaral, que saía no fim da noite de uma reunião comunitária na Ilha do Governador, Zona Norte do Rio, afirmou que "isso faz parte do jogo político".

"Sempre fiz tudo certo e minha campanha não muda em nada. Vou continuar trabalhando normalmente".
A assessoria de Marcelo Crivella informou que, segundo o advogado Márcio Vieira, "todo o procedimento foi feito de maneira correta" e a ata da convenção "está absolutamente legal".

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MAIORIA DOS CANDIDATOS A PREFEITO COM DIPLOMA

O bom negócio das eleições no Brasil

Fábio Campos OPOVO


O processo eleitoral no Brasil talvez merecesse um estudo científico mostrando o impacto na nossa economia, na geração de renda e de empregos temporários. Nunca foi feito um levantamento do quanto é investido em campanhas eleitorais e nem como esse dinheiro entra no mercado. Deve superar os bilhões em recursos legais ou, como diria Delúbio Soares, em recursos não contabilizados. É dinheiro que, de diversas formas, passa a circular movimentando uma impressionante cadeia econômica. Há desde a distribuição direta de dinheiro (quem conhece uma eleição no interior sabe que isso persiste), a bens de pequeno valor (telhas, tijolos, cestas básicas, redes, colchões...), passando pela contratação de cabos eleitorais (milhares), de estruturas de comunicação, carros de som, material gráfico, motoristas e muito mais. Boa parte dos eleitores, principalmente os mais carentes, sabe disso e costuma ser inteligente na hora de estabelecer uma relação com a oportunidade que o mercado eleitoral lhe oferece
a cada dois anos. Na eleição municipal, essa situação parece
ser ainda mais marcante em função da proximidade dos eleitores com os cargos em disputa.

QUASE 350 MIL CANDIDATOS A VEREADOR
De acordo com os números organizados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), haverá 52.137 vagas de vereador em disputa nas eleições de 2008. Até a noite de ontem, o site do TSE registrava 373.596 pedidos de registro de candidaturas. Deste total, 343.237 eram para as vagas em disputa nas câmaras municipais. A grosso modo, uma média de 6,5 candidatos por vaga. Os cargos estão distribuídos nos 5.563 municípios brasileiros, onde mais de 128 milhões vão escolher, em 5 de outubro, seus representantes no legislativo local para os próximos quatro anos. Para prefeito e vice-prefeito são aproximadamente 30.396 candidatos. Um imenso exército movimentando grandiosas estruturas de campanha cujo objetivo final é convencer os eleitores de suas postulações. Se levarmos em conta a possibilidade do segundo turno, as estatísticas aumentam muito. Nas eleições de 2008, 77 municípios brasileiros que contam com mais de 200 mil eleitores registrados podem decidir a disputa para prefeito em 2º turno, se nenhum candidato atingir a maioria absoluta dos votos em 5 de outubro. Juntos, esses municípios (nenhum no Ceará) correspondem a mais de 46,5 milhões de eleitores - cerca de 35% do total do eleitorado nacional.

DOS CANDIDATOS A PREFEITO COM DIPLOMA

No Ceará, são 511 candidatos a prefeito (mais 511 candidatos a vice-prefeito) e 10.091 candidatos a vereador que vão disputar os cargos em 184 municípios. Entre os candidatos a prefeito, 278 se declararam com grau de instrução superior (diplomados ou cursando), 147 possuem o ensino médio, 45 do ensino fundamental. Ainda restam 41 que a Justiça Eleitoral enquadra como “outros”. Entre os candidatos a vereador, a situação se inverte no que diz respeito à formação escolar. Há menos diplomados (2.334) e a maioria (4.126) possui o ensino médio. 1.174 candidatos a vereador cursaram o ensino fundamental. 13 são analfabetos e 1.844 foram enquadrados no item “outros”. De longe, o partido que continua mais influente na política do Interior do Ceará é o PSDB. Os tucanos possuem 94 candidatos a prefeito. São duas dezenas a mais que o PSB de Cid Gomes, com 74 candidatos a prefeito. O PMDB possui 76 candidatos ao executivo das cidades. O PT vem em quarto lugar com 52 candidatos a prefeito. O PSDB também possui o maio número de candidatos a vereador com 1.224, batendo o PT e o PSB que apresentaram 907 nomes cada. O PMDB vem em quarto com 887 candidatos a vereador.

quarta-feira, 16 de julho de 2008

PSDB ameaça expulsar quem apoiar Kassab

No dia seguinte à manifestação de amplo apoio à candidatura do prefeito Gilberto Kassab (DEM) pelos secretários municipais tucanos, o PSDB enviou carta aos filiados ameaçando com processo de expulsão aqueles que aderirem a nomes de outras siglas.

» Secretários tucanos apóiam Kassab
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O partido evoca a lei da fidelidade partidária, que prevê adesão obrigatória de filiados às determinações dos partidos. "Os filiados que não atenderem a este princípio (apoiar candidatos da sigla), ou seja, que apoiarem publicamente nossos concorrentes, deverão ser encaminhados ao conselho de ética e fidelidade partidária", diz trecho da carta enviada a cerca de 8 mil filiados no Estado.

Na eleição da capital paulista, o PSDB se definiu pelo ex-governador Geraldo Alckmin, mas um grande número de tucanos atua na administração de Kassab, herdada do governador José Serra (PSDB). Na segunda-feira, Kassab convocou seus secretários tucanos a defenderem sua gestão na campanha eleitoral e recebeu a anuência da equipe.

"Candidatos a vereador e a prefeito do partido querem que os filiados subam no palanque deles e não no do adversário", disse o secretário-geral do PSDB estadual, César Gontijo. O dirigente afirmou que a carta já vinha sendo gestada em reuniões do partido e foi aprovada pela executiva estadual na segunda-feira. Para ele, 2008 é importante por ser uma etapa para o PSDB retomar a Presidência da República.

"Temos que fazer um ajuste fino em São Paulo. Nosso enfrentamento é com o PT e nosso candidato é o Geraldo (Alckmin), que vai dar as condições para eleger Serra presidente da República em 2010", afirmou. Entre os secretários tucanos da administração paulistana, um dos mais próximos a Kassab é o deputado federal Walter Feldman (Esportes).

"A direção do partido cumpre seu papel. A carta é redundante, eu não esperava manifestação diferente", disse Feldman. Ele afirmou que não vê motivo para ser expulso da sigla, por ser fundador do partido e ter atuado em todas as campanhas municipais do PSDB desde sua fundação em 1988.

"A melhor coisa é o primeiro turno passar com rapidez, sem radicalizar", disse o secretário, querendo evitar o enfrentamento Kassab-Alckmin. Kassab tem dito que o PSDB tem uma "peculiaridade", por ter dois candidatos a prefeito em SP. Gontijo devolve: "Como ele é do PFL (atual DEM), é difícil para ele falar sobre o PSDB."

O processo no Conselho de Ética leva cerca de um mês. O filiado pode ser advertido, suspenso de 3 a 12 meses, destituído de função em órgão partidário ou expulsão. Se for parlamentar, poderá perder o mandato.

Na segunda-feira, o deputado Edson Aparecido, coordenador-geral da campanha de Alckmin, havia dito que o encontro do prefeito com auxiliares era "absolutamente irrelevante".