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terça-feira, 26 de maio de 2009

Brasil possui 60 milhões de computadores em uso

Quanto ao tipo de sistema operacional, o Windows mantém a sua hegemonia, estando instalado em 97% das estações de trabalho e em 66% dos servidores

O Brasil atingiu 60 milhões de computadores em uso em maio deste ano, tanto no mercado corporativo quanto doméstico, de acordo com a 20ª Pesquisa Anual da Fundação Getúlio Vargas (FGV), realizada pelo Centro de Tecnologia de Informação Aplicada da Escola de Administração de Empresas de São Paulo (Eaesp). Um ano atrás, a base ativa instalada era de 50 milhões de computadores.

A FGV mantém a previsão de que o número de computadores em uso no País deve chegar a 100 milhões ao longo de 2012, o que representará uma média de um computador para cada dois habitantes. Hoje essa média é de um computador para cada três habitantes.

O professor titular da FGV-Eaesp, Fernando S. Meirelles, explica que a 20ª edição da pesquisa foi realizada com 5 mil empresas de grande e médio porte e teve 2 mil respostas válidas. Meirelles destaca que as companhias brasileiras gastam cerca de 6% da receita líquida com Tecnologia da Informação (TI), o dobro em relação há 12 anos. "Isso mostra um crescimento de 8% ao ano dos gastos das empresas com TI no Brasil", afirma. E quanto aos efeitos da crise sobre as vendas de equipamentos de informática Meirelles foi categórico: "O setor de TI não vai encolher no Brasil, embora alguns indicadores macroeconômicos tenham sido afetados nos últimos meses. Fabricante de computador ainda não tem do que reclamar". As empresas brasileiras gastam em média US$ 10,2 mil por ano por teclado, montante estável em dólar sobre o ano passado, porém 7% menor em reais, para R$ 18,8 mil.

Sistema operacional

Quanto ao tipo do sistema operacional instalado, 97% das estações de trabalho têm Windows, mesmo índice em relação ao ano anterior, enquanto nos equipamentos do tipo servidor o porcentual da plataforma Microsoft é de 66%, ante 65% na edição anterior da pesquisa. A participação atual do sistema operacional de código aberto Linux é de 19%, um ponto porcentual acima, na mesma base de comparação

Agência Estado/opovo

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Nasa faz primeira tentativa bem-sucedida de internet no espaço


Engenheiros da agência em Passadena, nos Estados Unidos, testaram durante um mês equipamentos que possibilitariam a comunicação via web com uma nave localizada a mais de 32 milhões de quilômetros da Terra
REDAÇÃO ÉPOCA
AP
A Nasa desenvolve projeto para tornar possível uma internet interplanetária

A Nasa divulgou nesta terça-feira (18) que seus engenheiros conseguiram transmitir dezenas de imagens entre os laboratórios da agência, localizados na Califórnia, e a nave Epoxi, situada a mais de 32 milhões de quilômetros de distância do planeta. Para a transmissão, foi utilizado um software chamado Disruption-Tolerant Networking (DTN). “Esse é o primeiro passo para criar uma forma de comunicação totalmente nova: uma internet interplanetária”, afirmou Adrian Hooke, líder da equipe que desenvolve a rede espacial.

Essa nova tecnologia, diferente da utilizada na Terra (TCP/IP), não precisa transmitir a informação imediatamente de ponta a ponta da rede. Se um dos usuários estiver indisponível, o sistema é capaz de reter a informação, para ser utilizada posteriormente. Agora, os maiores desafios para a Nasa são evitar os atrasos e as interrupções da conexão, que podem ocorrer quando a nave é ocultada por um planeta ou quando há tempestades solares. Atualmente, a transmissão de informação pode demorar entre 3,5 e 20 minutos, na velocidade da luz.

Os primeiros testes da nova rede começaram em outubro, e duraram cerca de um mês, com tentativas duas vezes por semana. “Hoje em dia, os astronautas devem agendar manualmente cada comando que gostariam de enviar à Terra”, explica Leigh Torgerson, gerente da operação. “Com o DTN, isso poderá ser feito automaticamente”, continua. A próxima rodada de testes será feita no segundo semestre de 2009.

terça-feira, 11 de novembro de 2008

Google adiciona bate-papo em vídeo e voz ao Gmail

Serviço gratuito pretende competir com o Skype, do eBay.
Para utilizar ferramenta, usuário deve fazer download de plugin.

Da Reuters


Foto: Reprodução
Reprodução
Janela do vídeo pode ser destacada do menu de chat durante a conversa (Foto: Reprodução)

O Google adicionou um recurso de bate-papo com imagem e voz ao serviço de e-mail gratuito Gmail nesta terça-feira (11), lançando um serviço gratuito que compete com o Skype, do Ebay.


Assinantes do Gmail e do Google App podem agora escolher entre conversar com os amigos em uma tela de vídeo e, ao mesmo tempo, trocar mensagens instantâneas com eles no Google Chat. Para utilizar as novas funções, é necessário fazer o download e a instalação de um plugin (complemento do software) gratuito.


A tela de vídeo pode ser deslocada da caixa de conversas e se mover na tela do computador. Os usuários também podem mudar o tamanho da tela e expandi-la para ocupar todo o espaço do monitor.


"A idéia foi tornar mais rápida e fácil a comunicação com outras pessoas da forma que lhes for mais conveniente", disse o porta-voz do Google Jason Freidenfelds.


"É uma alternativa agradável para profissionais em busca de outras maneiras para se conectar com as pessoas", acrescentou. O recurso está disponível tanto para PCs como para computadores da Apple.


Mesmo usuários que não tenham uma webcam instalada em suas máquinas poderão conversar com os amigos no Google Chat sem vê-los, usando voz.


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quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Comissão do CENTEC visita Itapipoca e anuncia empreendimentos

Hoje (07/08), uma comissão formada por técnicos do Instituto Centec, tendo a frente o presidente Samuel Brasileiro Filho estiveram em Itapipoca onde em reunião com o prefeito João Ribeiro Barroso foi anunciado duas importantes obras para nossa cidade. A primeira delas é a usina de beneficiamento do óleo de mamona e a segunda a implantação do Instituto Centec. Os técnicos do Centec apresentaram em vídeo os dois projetos que foi detalhado pelo presidente Samuel e o engenheiro Façanha. Ressalta-se, portanto que a vinda da comissão foi uma iniciativa do deputado federal Ariosto Holanda que deste a sua posse tem dado uma atenção especial ao nosso município , primeira com a instalação do NIT - Núcleo de Informação Tecnógico. E em uma de suas visitas a nossa cidade prometeu uma usina de processamento de óleo de mamona que hoje já em fase de implantação. Agora, Ariosto aliado ao Governador Cid Ferreira Gomes estão trazendo para Itapipoca o Instituto Centec. Entretanto a comissão veio saber em que ponto da cidade estes dois aparelhos serão instalados. Prontamente o prefeito mostrou as áreas e que em breve terão seus documentos legalizados.
O que é o Centec.
Sua missão é profissionalizar jovens moradores de cidades interioranas, de maneira a evitar o êxodo da população para a Capital do Estado e gerando riquezas fora da região metropolitana. Com esta filosofia foi concebido o Instituto Centro de Ensino Tecnológico (Centec), uma organização social sem fins lucrativos que mantém, no Estado do Ceará, Centros Vocacionais Tecnológicos e Faculdades Tecnológicas, todas as unidades localizadas fora da Capital, Fortaleza. Criado em 9 de março de 1999, com a missão de promover a educação e as atividades tecnológicas necessárias ao desenvolvimento dos municípios cearenses,bem como a inclusão social e a inovação, o Instituto Centec funciona como centro de referência da educação profissional, atuando na qualificação e requalificação de recursos humanos, por intermédio de cursos de formação inicial e continuada de trabalhadores, cursos de educação profissional de nível médio, cursos superiores de tecnologia e de pós-graduação em áreas consideradas estratégicas para o desenvolvimento sustentável do Estado.
Eldem Martins



domingo, 13 de julho de 2008

iPhone 3G vira troféu para primeiros compradores do aparelho

Nova versão do telefone foi lançada nesta sexta em mais de 20 países.
Por conta do fuso, Nova Zelândia e Austrália foram os primeiros a receber o modelo.

Foto: AFP e Reuters
Compradores de diversos países exibem iPhones; veja mais fotos abaixo. (Foto: AFP e Reuters)

Vendida em mais de 20 países a partir desta sexta-feira (11), o novo modelo do telefone celular iPhone virou troféu para os primeiros compradores do aparelho. Por conta do fuso, Nova Zelândia e Austrália foram os primeiros países a receber o dispositivo de terceira geração (3G), que ganhou suporte a sistema de localização GPS e acesso mais rápido à internet móvel.

No total, 70 países -- incluindo o Brasil -- receberão o novo telefone até o fim do ano, que tem diferentes preços para cada região. Nos Estados Unidos, o modelo de 8 GB custará US$ 199, enquanto a versão de 16 GB sairá por US$ 299 para aqueles que fizerem um contrato de dois anos com a operadora AT&T. Também é possível comprar os modelos sem contrato por US$ 400 adicionais.

Foto: Daniel Munoz/Reuters
Brett Howell foi o primeiro usuário a comprar o novo iPhone na Austrália. (Foto: Daniel Munoz/Reuters)

Foto: AFP
Em Hong Kong, um dos primeiros compradores é assediado pelos fotógrafos. (Foto: AFP)

Foto: AFP
O primeiro comprador do Japão (direita) posa com Masayoshi Son (esquerda), presidente da operadora japonesa Softbank. Mais de 1 mil pessoas enfrentaram filas em Tóquio para comprar o aparelho, vendido oficialmente no Japão pela primeira vez. (Foto: AFP)

Foto: Reuters
Michael Slater, de Londres, enfrentou problemas técnicos e só conseguiu habilitar seu aparelho duas horas após a compra. (Foto: AFP)

Foto: Reuters
Uma das primeiras compradoras da Suíça posa ao lado de diversos iPhones 3G. (Foto: Reuters)

Foto: Reuters
Cliente mostra seu novo telefone em frente a uma loja da operadora Mobistar, em Bruxelas, na Bélgica. Empresa vai vender o iPhone 3G desbloqueado, ou sem exigências que prendam o assinante à sua rede. (Foto: AFP)

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Fonte:Fonte g1.com.br

quinta-feira, 26 de junho de 2008

Internauta poderá criar novos endereços de internet a partir de 2009

Icann, entidade controladora da rede, aprovou regras flexíveis para o registro de sites.
Palavras como nomes de países poderão substituir o tradicional '.com' na web.
A agência controladora da internet aprovou nesta quinta (26) regras mais flexíveis para o registro de endereços na web. A medida, que só deve surtir efeito a partir de 2009, possibilita que milhares de novos domínios sejam registrados em alternativa ao ".com", endereço mais comum em 25 anos de controle da rede.
A medida deve mudar radicalmente a maneira de navegar na internet e tem conseqüência profundas para empresas e consumidores.

As novas extensões podem facilitar a criação de endereços mais fáceis de lembrar - já que a maioria dos nomes e marcas está registrada com a terminação ".com". Os novos nomes podem incluir localidades, como ".brasil", ou estabelecimentos comerciais, como ".banco".

A Icann (Corporação para os Nomes e Números Atribuídos na Internet) aprovou as novas normas por unanimidade em reunião em Paris (França), com a presença de 1.500 representantes de 70 países. O órgão anunciou que não vai analisar casos específicos por enquanto.

Mudanças

A Icann ainda precisa definir detalhes, como as taxas para obtenção dos novos domínios. Estima-se que o registro de cada nova extensão, que pode ser desde um nome de país até os polêmicos ".sexo" ou ".xxx", vá custar cerca de US$ 100 mil para ajudar a entidade a cobrir um custo de mais de US$ 20 milhões.

O site de leilões eBay é uma das companhias que defende um domínio próprio. Cidades como Berlim e Nova York podem se beneficiar, respectivamente, com endereços terminados em ".berlim" e ".nyc".

O conselho também aprovou a criação de domínios baseados em alfabetos como o cirílico e o chinês, contemplando o crescente número de internautas que não tem o inglês como língua nativa.

Longa negociação

A entidade controladora da internet aceitou ofertas por novos nomes em 2000 e 2004. Mas as análises levaram muito tempo e, até hoje, apenas treze propostas discutidas nessas negociações foram aprovadas.

Em outra ação, a Icann aprovou as recomendações de um modelo de "aluguel" de domínio, que permite o uso de endereços por um período de testes de até cinco dias. Dessa forma, uma empresa poderá testar se determinado endereço chama ou não a atenção dos internautas.

* Associated Press e France Presse

terça-feira, 24 de junho de 2008

Terceira maior produtora de games do mundo terá estúdio em São Paulo

Saiba mais
» 'Far Cry 2' também será lançado para Xbox 360 e PlayStation 3
» 'Cidade do pecado' volta a ser o palco de 'Rainbow six: Vegas 2'
A desenvolvedora de games francesa Ubisoft anunciou nesta terça (24) a criação de um estúdio de produção na cidade de São Paulo, na região da Avenida Paulista. O escritório deve começar a funcionar em julho, com 20 desenvolvedores. A empresa planeja ampliar a equipe para 200 profissionais em quatro anos.
"A riqueza cultural de São Paulo, juntamente com sua rede universitária trará consigo um conjunto único de novos talentos para a comunidade internacional de desenvolvimento da UbiSoft", disse Christine Burgess-Quémard, diretor executivo da empresa.
Interessados em trabalhar com o desenvolvimento de jogos podem entrar em contato com a produtora pelo e-mail jobs.brazil@ubisoft.com.
A primeira missão do estúdio será desenvolver jogos do portátil Nintendo DS para jovens de 8 a 14 anos. O escritório de São Paulo também poderá produzir conteúdo para outros estúdios da Ubisoft, incluindo jogos para Wii, PlayStation 3 e Xbox 360.
A produtora francesa atuou como distribuidora de jogos no Brasil entre 1999 e 2003. Atualmente, seus jogos, como "Assassin´s creed" e "Rainbow six", são distribuídos no país pela Electronic Arts.
O estúdio de São Paulo será o primeiro centro de produção de jogos da empresa na América Latina. Ela conta com escritórios em 27 países e 55 operações de vendas pelo mundo.

Nokia compra empresa para brigar com iPhone, Google e Microsoft

Britânica Symbian é responsável pelo sistema operacional de dois terços dos smartphones.Plano da Nokia é liberar uso e competir com Mac OS X, Google Android e Windows Mobile.
A Nokia anunciou que vai comprar as participações de outros acionistas na produtora britânica de software para celulares Symbian e permitirá o uso de seus programas livre de royalties para responder a novos rivais como o Google .
Saiba mais
» Hiphone lidera invasão de celulares falsos na China
» Software do Google para celulares pode sofrer atrasos, diz jornal
» Importação de celulares 'high tech' triplica no Brasil entre janeiro e maio
» Celulares com GPS e teclado completo apostam no público executivo
» Operadora venderá rival do iPhone por US$ 130 nos EUA
» Na Alemanha, novo iPhone vai custar a partir de R$ 2,50
» Telefônica anuncia lançamento do iPhone no Brasil ainda em 2008
» Com novo iPhone, Apple tenta dificultar desbloqueio
» Novo iPhone fica mais barato e ganha acesso veloz à internet
O software da Symbian é usado em dois terços dos celulares inteligentes --aparelhos com capacidades semelhantes às dos computadores-- e em 6% dos celulares como um todo, mas novas plataformas como a Android, do Google, e o iPhone, da Apple, podem desafiar seu domínio.
"A decisão é uma resposta astuta às crescentes ameaças de outros provedores de software para celulares", disse Geoff Blaber, do grupo britânico de pesquisa CCS Insight, mencionando a LiMo Foundation, que produz software de código aberto para celulares, além do Google e Apple.
No momento, o rival mais próximo da Symbian é o sistema operacional Windows Mobile, da Microsoft .
"Isso coloca muita pressão sobre a Microsoft no exato momento em que eles estão tentando encontrar espaço no mercado de consumo", disse Carolina Milanesi, analista do Gartner Group.
"Preços mais baixos são aquilo que as operadoras de telefonia móvel e o mercado precisam para promover maior adoção dos celulares inteligentes e o corte do royalty é um avanço nessa direção. Para as operadoras, é uma boa alternativa ao Android", disse ela.
A Nokia, que fabrica 40% dos celulares vendidos em todo o mundo, pagará 264 milhões de euros (US$ 410 milhões) pelos 52% da Symbian que ela ainda não controla, anunciou a empresa na terça-feira.
A empresa finlandesa também anunciou que ela e outros grandes fabricantes de celulares, bem como operadoras de telefonia móvel tais como AT&T, NTT DoCoMo e Vodafone, e fabricantes de chips como a Texas Instruments e a STMicroelectronics, formaram a Symbian Foundation para desenvolver ainda mais o software.
A Nokia contribuirá com a Symbian e seu software S60 para a fundação, enquanto outros membros oferecerão seus sistemas UIQ e MOAP a fim de criar uma nova plataforma Symbian conjunta em 2009.
Fonte:G1.globo.com

quarta-feira, 4 de junho de 2008

Brasil está na vanguarda do ‘tudo grátis’, diz pensador da cybereconomia

Quase todos os serviços que você utiliza na internet são gratuitos. Você lê notícias à vontade, tem a opção de utilizar serviços gratuitos de e-mail e, vez por outra, vê vídeos e baixa músicas ou até mesmo discos completos sem precisar colocar a mão no bolso.
Para o físico e jornalista Chris Anderson, eleito uma das 100 pessoas mais influentes do mundo pela revista ‘Time’ em 2007, o modelo do ‘tudo grátis’ vai se expandir para outras áreas da economia em um futuro próximo. E o Brasil, segundo ele, está na vanguarda desta evolução - principalmente no campo das energias renováveis. Anderson, autor dos livros ‘A cauda longa’, de 2006, e ‘Free’, que será publicado em 2009, afirma que o coração do conceito de ‘tudo grátis’ está em ter recursos que, de tão abundantes, têm custo praticamente zero e podem ser literalmente desperdiçados em busca de inovações.
Foi assim com o poder de processamento dos computadores, que hoje em dia é gasto para produzir um ambiente gráfico mais amigável para o usuário – o que antes era considerado fútil.
Biocombustíveis
No Brasil, diz Anderson, a oferta quase ilimitada de recursos naturais como água e terra fértil fez com que o país tomasse a liderança mundial na produção de biocombustíveis, como álcool e biodiesel.
“Para quem precisava plantar alimentos, mas tinha acesso restrito a água, investir em uma pesquisa que podia não dar em nada como a da produção de álcool era um desperdício”, afirmou o editor da revista ‘Wired’ ao G1, após apresentação no Fórum Mundial de Marketing e Vendas da HSM, em São Paulo.
Saiba mais
» Site de vídeos oferece séries e filmes de graça na internet
» Placa de vídeo oferece versão de jogo 'Portal' de graça na internet
» Violinista se inspira em Radiohead e divulgará disco de graça na web
» Jaxtr oferece mensagens de texto grátis em 38 países
» MySpace se aproxima de gravadoras para oferecer músicas grátis
» Jon "maddog" Hall quer Web sem fio grátis no Brasil
» Google planeja acordo para oferecer download grátis na China
Além disso, o Brasil é um dos países que mais tem a se beneficiar da evolução do mercado para o chamado “freeconomics”, onde o custo dos serviços para o consumidor é zero, já que há outros agentes ou interesses bancando o produto. “O ‘grátis’ facilita o acesso à cultura, já que, com a internet, é possível criar formas de distribuição de conteúdo muito mais baratas”, diz Anderson. Segundo ele, a evolução destas formas de distribuição beneficia mais as populações que vivem em uma economia em desenvolvimento, em um território com dimensões continentais. “Pessoas que não tinham acesso a jornais hoje podem ler as notícias pela internet, gratuitamente.”
'Cauda longa'
O surgimento da rede também deu aos produtores de cultura a possibilidade de distribuírem seu material e serem conhecidos. Antes, havia uma barreira logística para que filmes, livros e músicas tivessem acesso ao mercado: não existia espaço suficiente para exibir toda a produção cultural mundial, e apenas aqueles que passavam pelo crivo das TVs, donos de estúdios de cinema e editoras chegavam ao consumidor final. É aí que entra a outra idéia defendida por Anderson, a chamada “cauda longa”. A cultura de massa, na verdade, não foi uma imposição da segunda metade do século XX, mas o único modelo que era possível quando levava-se em conta que existiam poucos canais de TV, e que para obterem êxito financeiro, esses canais eram obrigados a apresentar programas que agradavam a todos, “pelo mínimo denominador comum”.
“Na verdade, ninguém ama o Raymond. Quase todo mundo o tolerava, o que era bom o suficiente para a CBS conquistar audiência”, brincou Anderson, citando o seriado norte-americano ‘Everybody loves Raymond’.
O fim da cultura 'blockbuster'
Agora, com sites como o YouTube surgindo como grandes espaços de divulgação de conteúdo – onde é possível publicar mais vídeos do que um ser humano comum é capaz de assistir ao longo de sua vida toda –, não há a necessidade de criar produtos que agradem a todos. É o fim, diz Anderson, da cultura que só dá valor ao “blockbuster”. “Só somos parecidos na superfície”, afirma. “E, é em nossas diferenças que conseguimos encontrar algo que represente melhor nossa identidade.” Nos EUA, a realidade já corresponde à visão de Anderson. Empresas como a Amazon e a Rhapsody chegam a obter quase 45% de seu faturamento a partir da venda de itens que, pelo modelo pré-internet, não têm espaço nas prateleiras.
Fonte:G1 Globo

terça-feira, 27 de maio de 2008

Nova geração de laptop de baixo custo terá preço de US$ 75

A organização sem fins lucrativos One Laptop per Child (OLPC) anunciou nesta terça-feira, 20, as características que pretende implantar na nova geração do laptop desenvolvido para uso educacional batizado de XO. Um dos objetivos é reduzir o preço do equipamento para US$ 75. A nova versão do notebook terá duas telas sensíveis ao toque, que podem ser usadas como as páginas de um livro, totalmente aberto. O teclado que antes existia na primeira versão, agora será emulado em uma das telas. "É crucial que o design do laptop XO produza uma funcionalidade que seja ao mesmo tempo altamente funcional e que produza muita diversão para as crianças", disse Yves Behar, um dos projetistas do XO, em comunicado da OLPC à imprensa. A próxima versão do XO também terá consumo de energia reduzido e aproximadamente metade do tamanho da primeira geração do aparelho, em medidas para reduzir os custos do produto. As inovações que serão implantadas no notebook, cuja nova versão estará disponível a partir de 2010, foram decididas a partir do retorno que a entidade teve de governos, educadores e das próprias crianças que já utilizam a primeira versão do XO, cujo preço-alvo inicial foi definido em US$ 100. A primeira geração do equipamento começou a ser produzida em novembro de 2007. Desde então, cerca de 600 mil unidades já estão em uso nas escolas de países como Peru, Uruguai, Mongólia, Haiti, Ruanda, México e Gana, de acordo com a OLPC. A intenção da entidade para o preço de US$ 100 da primeira versão acabou não sendo atingida e hoje o aparelho tem preço de US$ 188.
Fonte O Povo